Muita putaria na sauna - realizando os desejos


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Eu tinha a tarde de sábado livre. Já havia um tempo que eu desejava ir a uma sauna gay, p/ muito sacanagem. Eu queria sexo, sacanagem, dar, comer, chupar, ser chupado, tratamento completo.

Fiz a higiene intima, bati uma para não gozar logo de cara e fui. Chegando lá, recebi o kit: toalhas, lubrificante e camisinhas. Fui ao vestiário, tirei a roupa, enrolei a toalha e parti p/ conhecer o ambiente. O primeiro ambiente em que entrei, era coberto, tinha uma piscina no centro, umas TVs com filmes pornôs e vários caras sozinhos nas espreguiçadeiras se masturbando.

No final, haviam as saunas secas e a vapor, entrei na a vapor, havia um negão, de toalha sentado atrás da porta, disse olá para ele e me sentei do lado oposto, na mesma direção, em frente a ele. Sem rodeios perguntei o que ele procurava alí, ele me respondeu que se eu curtisse e quisesse, ali mesmo, na sauna poderia mamar a pica dele, pois ele adorava gozar com uma mamada bem feita.

Ato 1 – Fiz um boquete na picona do negão.
Abri as pernas, sem sair do lugar, mostrando meu pau duro p/ ele. Comecei uma punheta e ele fez o mesmo, mas o que chamou minha atenção, é o tamanho do pau dele, bem maior que o meu, que tem 18 cm. A pica dele era grande, grossa, meio torta para cima, com a chapeleta maior que o resto.

Ficamos assim, nos masturbando lentamente, trocando olhares, nos provocando, até que levantei-me, sentei do lado dele e comecei a punhetar a pica dele, que achei maravilhosa. Que delícia que é sentir um pau grande, duro e bem quentinho na mão. Caprichei na punheta, acariciando toda a extensão daquela ferramenta, pois queria deixá-lo bem excitado. O negão só fechava os olhos e gemia baixinho.

Então, saí do lado dele, desci de onde estava p/ o meio das pernas dele, olhei aquela picona bem de perto, sem falar nada, punhetei mais uma pouquinho e abri a boca ao máximo e enfiei o quanto coube me minha boca. Fechei a boca e a língua em torno dela e puxei a cabeça, até que ela esteve totalmente fora da minha boca. O negão gemeu e falou: delícia, chupa minha putinha, mama o meu cacete bem gostoso!

Segurei a picona dele com a mão, desci para chupar as bolas (o negão ela todo depilado, lisinho), chupei uma, outra e subi com minha língua pelo pau dele, da base até a cabeça. Repeti isto várias vezes, chupava como se estivesse lambendo um picolé. O negão só gemia.

Então, segurei a picona dele pela base, expondo-a inteira e abocanhei a cabeça, que mais parecia um cogumelo, fazendo um vai-e-vem com ela na minha boca, sem colocar o pau dele inteiro, tentando dar prazer ao negão. Eu não tinha pressa, havia achado uma pica deliciosa e pretendia matar o negão de tesão, que só me incentivava: que delícia, que boquinha de veludo, mama minha puta, mama que vou te dar leitinho p/ beber.

Eu chupei a pica do negão, como gosto que chupem a minha, com a boca inteira, sem pressa, as vezes tentando engolir ao máximo, noutras, chupando só a cabeça, lambendo como um picolé, mordendo de leve as laterais. Eu chupei o negão como se ele fosse a última pica da face da terra. Meu tesão era grande e o dele também.

Então o negão falou que queria gozar, que era p/ eu continuar chupando, que iria gozar na minha boca. Pedi a ele que não metesse muito fundo, pois não gosto, ele concordou, segurou com carinho minha cabeça pelos lados e começou a meter a pica em minha boca, literalmente fodendo-a.

Ele gemia, suspirava, as vezes metia rápido a pica em minha boca, me outras, metia devagar. Até que ele gemeu mais forte, me segurou mais forte, meteu mais uma vez a pica em minha boca e gemeu falando: vou gozar, bebe meu leitinho bebe. O pau dele ganhou vida própria dentro da minha boca, começou a pulsar, despejando jatos de uma porra grossa e viscosa na minha garganta.

Eu engoli todos os jatos daquele gozo, o negão sentou-se ofegante, eu voltei a chupar a pica dele, bem de leve agora, pois sei como fica sensível após o gozo, até que ela começou a amolecer em minha boca. Espremi para tirar o restinho de porra que fica dentro, peguei o que saiu com a língua, agradeci e sai da sauna de pau duro, deixando o negão para trás.

Fui até os chuveiros, tomei um banho mais frio, p/ esfriar os ânimos, me enxuguei e fui andar pelo lugar, até que cheguei numa sala com uns 3 degraus, tipo arquibancadas, com várias TVs passando filmes, um era um filme gay, onde um loirinho sentava na pica de um negão e o outro era de uma travesti que comia o marido, na frente da esposa. Posicionei-me deste lado da sala e comecei a assistir o filme.

Ato 2 – Recebi uma punheta e uma chupada.
Como ninguém é de ferro, meu pau ficou duro, abri as pernas e comecei a punhetar-me com a cena. Nisto um cara magro, alto e com seus 40 e poucos anos, senta ao meu lado, um degrau abaixo, de frente para mim e fala: sou louco por caras altos, posso bater uma para vc?

Respondi novamente em silêncio, parando de me punhetar e abrindo as pernas, de modo a recebê-lo. Ele entendeu o recado e começou uma punheta na minha pica que latejava de tesão. Eu fechei os olhos e curti o carinho. O cara me punhetava muito gostoso, sem pressa, acho que curtindo meu pau em sua mão, ele acariciava minha pica me levando ao delírio. Eu gemia baixinho, de olhos fechados, curtindo a sensação.

Até que o cara parou de me punhetar, abri os olhos olhei para ele, que me perguntou: posso te chupar? Respondi que sim, mas que queria gozar na boca dele e que ele engolisse tudo. Ele concordou com a cabeça e começou a me chupar. A boca ele era quente e golosa, ele me chupava tentando colocar minha pica inteira dentro da boca dele, em alguns momentos ele conseguiu.

Nisso chegou um cara perto de nós, que entendi querer tirar uma casquinha da nossa farra, fiz sinal de negativo para ele, que sentou-se na outra extremidade e passou a se punhetar olhando o espetáculo que proporcionávamos.

Enquanto isto, meu chupador me matava de tesão, pois o cara sabia fazer, eu me senti na posição do negão que havia chupado há pouco, cujo gosto da porra podia sentir ainda na minha boca.

Novamente fechei os olhos, p/ curtir aquele delicia de chupada. O cara mamou minha pica mais uma tempo, meu tesão foi aumentando e eu me soltando, até que deixei rolar e sem avisar, me soltei e gozei na boca dele, que bebeu e não deixou nenhuma gota vazar.

Assim que acabei de gozar, ele me chupou mais um pouco, tirou meu pau da boca, agradeceu-me e perguntou se podia ficar assistindo o filme comigo. Eu disse-lhe que sim. Assistimos um pouco do filme, mas agora o travesti comia o cuzinho do marido e da esposa alternadamente.

Meu amigo abriu as pernas e começou a se masturbar. A pica dele era maior e mais fina que a minha, retinha, com a cabeça mais fina que o corpo. Eu passei a punhetar a pica dele, ele pareceu surpreso com minha atitude, mas deixou. A pica dele estava duraça, era fina e lisa.

Fiquei batendo uma p/ ele por algum tempo, até que ele então me perguntou do que eu gosto, respondi que fosse de comum acordo, podia dar e receber prazer, tudo estaria liberado. Voltei a masturbar a pica dele. Ele então me falou que estava com muito tesão depois da chupada e perguntou se poderia me comer. Disse-lhe que sim, então ele me pegou pela mão e levou para um dos quartinhos. O quartinho era estreito, tinha uma cama mais alta, tipo maca e um grande espelho em uma das paredes.

Ato 3 – Me comeu com carinho e bem gostoso.
Entramos, ele trancou a porta, me fez ficar em pé, apoiado na maca, abaixou-se atrás de mim, separou minhas nádegas e caiu de língua no meu cú. Puta que pariu, o cara sabia o que fazia, meu cu piscava involuntariamente ao contato da língua dele, que parecia querer me comer. Eu sentia o calor da sua língua querendo me penetrar, sentia o melado da saliva e gemia de prazer. Meu cuzinho piscava de tesão, na ponta de língua dele.

Ele levantou-se, colocou a camisinha, pegou lubrificante não sei de onde, passou na pica, na entrada do meu cu e me penetrou suavemente com o dedo, bem lubrificado, deixando-o metido no meu rabo. Ficou de pé atrás de mim, lambeu e mordei minha nuca, pescoço, orelha e falou pertinho do ouvido: quer que eu te coma? Sim, respondi. Ele falou, abre a bunda p/ mim então, mostra bem seu cú p/ mim e me convida p/ entrar.

Eu continuei de pé, apoiei então meu corpo na maca, separei minhas nádegas com as mãos, expondo meu cu, que piscava p/ ele. Ele encostou o pau na portinha do meu rabo e começou a forçar, num vai-e-vem bem curto e lento, sem meter, só me provocando

Aquela altura, eu desejava que ele entrasse até o talo em mim. Ele ficou assim um tempo, eu fui relaxando e ele forçando cada vez mais, com muito carinho, até que o pau dele entrou um pouco. Sem tirar o que entrou de dentro, ele parou de forçar e me abraçou, eu sentia o calor do corpo dele junto ao meu e sua pica dura, pedindo passagem e alargando o meu cú.

Nisso ele volta a me lamber a nuca, pescoço e orelha, falando ao meu pescoço: vou te comer bem gostoso, relaxa, que agora é só prazer. Ainda abraçado, ele voltou a meter a pica, bem devagar, fazendo um vai-e-vem bem lento, entrando cada vez mais fundo em mim.

Quando eu fui tirar as minhas mãos das nádegas, mas ele disse que não, que só quando o pau dele estive inteiro em mim, é que eu poderia parar de separar minhas nádegas. Ele continuou metendo e tirando a pica de mim. Eu sentia o pau dele duro, dentro no meu rabo, me abrindo cada vez mais e entrando cada vez mais fundo no meu cu. Sua pica me invadia, quente, reta, me comendo.

Eu me entregava p/ ele, queria senti-lo inteiro em mim, eu delirava de tesão e desejo. Continuei separando minhas nádegas e ele metendo cada vez mais e mais em mim, até que nossos corpos se encontraram novamente, o saco dele bateu no meu por trás, indicando que aquela pica dura e maravilhosa estava inteirinha agasalhada no interior do meu reto, que piscava de tesão, ao redor daquele pau delicioso, metido até o talo em mim.

Apoiei minhas mão na maca, ele me abraçou, senti ele bem quentinho e começou a meter, falando ao meu ouvido: que cuzinho gostoso, vou te dar muito prazer, vou te comer bem gostoso. Sente meu pau em você, olha como eu te como gostoso, sua bunda é uma delícia. O tesão era tanto, que meu pau começou a endurecer outra vez com aquela trepada.

Ele metia gostoso em mim, eu gemia de tesão e desejo, sentia sua pica ir até o fim dentro de mim, me invadindo, p/ depois sair, quase que por completo, deixando um vazio em seu lugar e o desejo de que ele metesse logo. Ele tirava e enterrava a pica no meu cú, eu gemia de tesão e suspirava. O cara era muito sacana e carinhoso, me comia sem pressa, lentamente, do jeito que eu gosto, p/ curtir a foda.

Não sei quanto tempo ficamos assim, ele engatado em mim, me comendo, só sei que estava uma delicia, meu cu estava totalmente relaxado e acostumado aquele invasor delicioso e duro, que tanto visitava meu interior naquela foda. O tesão dele era evidente maior, pois ele me puxava contra ele, me segurava com força (sem machucar) e metia até o talo, aquela pica no meu cú.

Quando ele metia inteiro, seu corpo forçava o meu para frente, como se aquele pau pudesse entrar ainda mais em mim. Então, ele me abraçou e disse ao meu ouvido: vou gozar, que delícia de rabo e começou a meter mais forte e mais rápido. Eu senti seu pau indo e vindo, dentro do meu rabo, ele me abraçando, gemendo e gozando, enchendo a camisinha de porra, enquanto me comia, atolando aquela delícia de pica no fundo do meu cú. Que delícia que é sentir um homem gostoso gozando enquanto te come!

O corpo dele tremia, o pau dele pulsava dentro do meu cú, ele me apertava carinhosamente, cheio de tesão, enquanto gozava. Eu ainda estava na mesma posição, de pé, apoiado na maca, de costas p/ ele. Ele tirou o pau de dentro de mim, virou-me de frente p/ ele e sem falar nada, me beijou, cheio de tesão. Fiquei surpreso no início, mas correspondi, pois como já disse, gosto de uma sacanagem bem feita.

Ato 4 – Me chupou e comeu com os dedos.
Sem falar nada, ele desceu até minha pica que estava dura e começou a me chupar outra vez. Enquanto me chupava, seus dedos invadiram meu cú, que os recebeu com facilidade em seu interior, pois ainda estava alargado pela pica que há pouco havia saído dali. Sei que pareço repetitivo, mas o cara sabia chupar. Meu tesão aumentou rapidamente, pois eu era chupado e “comido” pelos seus dedos agora.

Ele me chupava, com a maestria já demonstrada anteriormente, além de enfiar e tirar os dedos do meu cú, literalmente me comendo com eles. Não sei o que sensação era mais gostosa, se a da boca dele, quente, molhada e macia, engolindo meu pau, ou a de não sei quantos dedos, me invadindo, entrando de saindo de mim, sem dor, só puro prazer e tesão. Todas as vezes que lembro disso, fico de pau duro na hora.

Ele continuou me chupando e metendo os dedos em mim, meu tesão foi aumentando, até que não aguentei mais e gozei, gemendo e arfando, quase sem ar, de tanto tesão. Gozei despejando minha porra pela segunda vez naquela boca deliciosa, que sorveu tudinho.

Ele me chupou mais um pouco, até meu pau começar a amolecer, tirou os dedos de dentro no meu rabo, levantou-se, me abraçou e me beijou pela segunda vez. Ainda pude sentir o gosto da minha própria porra, que restava em seu beijo. Correspondi o beijo, abraçando-o, ao terminarmos, nos olhandos, sorrimos um para o outro, ele me agradeceu a experiência e eu retribui agradecendo, dizendo que havia adorado.

Tomamos banho juntos, num banheiro coletivo que havia lá, com direito a um ensaboar o outro. Os caras que entravam, nos olhavam, mas ninguém falava nada, havia um respeito velado um pelo outro, podia tudo, desde que autorizado.

Após o banho, nos despedimos, ele disse que iria embora e eu voltei para a sala onde havia conhecido meu último amigo.

O lugar que eu usei anteriormente estava ocupado, por 2 caras, que pareciam ser um casal. Sentei-me um pouco depois deles. Nas TVs, o loirinho era enrabado por um musculoso e na outra, o casal era comido por uma travesti negra, lindíssima. Fiquei meio que assistindo os filmes, mas prestando mais atenção no casal ao meu lado.

Um era grandão, maior que eu, tinha o corpo normal, o outro era menor e magrinho, com a musculatura bem definida, mas sem exageros. Eles se beijavam com tesão. Eu olhava com respeito, mas já desejava estar entre eles, sair com 2 sempre é um fetiche gostoso.

Após o beijo, eles pararam, me olharam e sorriram p/ mim. Começamos a conversar, no início timidamente, mas o papo evoluiu e perguntei o que eles faziam ale, já que tinham um relacionamento. O magrinho falou que o parceiro dele tinha uma pica enorme e adorava comer um cuzinho diferente, mas não era qualquer um que aguentava ele inteiro, além dele, que já era acostumado.

Ato 5 – Sai com o “casal”, sentei na picona até o talo.
Sorri e disse que podíamos tentar se quisessem. Sem mais conversas, fomos a um dos quartos, entramos eles trancaram a porta e vieram um de cada lado, cheios de tesão, me beijando, arrancando minha toalha, pegando na minha pica, passando a mão na minha bunda, lambendo minha orelha. Era uma pegação só, eu tentava retribuir os carinhos, mas eu era o recheio do sanduiche deles.

Eu estava em pé no meio deles, o grandão se abaixou atrás de mim,a abriu minhas nádegas e passou a chupar deliciosamente meu rabo. O parceiro dele, abaixou-se em minha frente e engoliu minha pica, que estava meia bomba num gole só. As sensações que eles me provocavam me levaram às nuvens. Meu pau endureceu rapidinho da boca do cara e meu cuzinho piscava de tesão na língua do grandão.

Que delícia que era fica no meio de um sanduíche de língua, eu sentia minha pica engolida por uma boca quentinha, gulosa e sentia meu rabo cutucado pela outra língua.

O grandão parou e sentou-se numa pequena cama redonda no canto e me chamou para chupá-lo. Fui até ele, engatinhando de quatro na cama, tirei a toalha e me surpreendi com o tamanho daquela jiboia, que mesmo mole, parecia ser bem maior e mais grossa que a minha, pensei na hora: ferrou!

O amigo dele, posicionou-se atrás de mim, começou a chupar meu cú, parou e disse: acho este cuzinho já deu hoje! Eu sorri e falei: uma vez, mas o cara era bem menor que isto aqui, apontando para a jeba do grandão, que completou: é bom, que já fica meio alargado, abrindo o caminho.

Enquanto eu chupava a pica do grandão, ela crescia e ficava cada vez maior, medi com meu palmo e penso que ela tinha uns 23 cm, pois poucas vezes me deparei com uma pica daquele tamanho e principalmente daquela grossura. Eu ficava pensando se caberia dentro de mim, enquanto chupava o pau do grandão.

O parceiro dele, agora metia os dedos com lubrificante em meu cú, p/ me alargar, meteu 2 dedos, me comendo com eles por algum tempo, depois aos poucos meteu 3 e quando tentou meter 4, reclamei que estava doendo e pedi p/ parar.

O pau do grandão já estava 100% duro e não cabia nem a metade dentro da minha boca. Era uma bela pica, grossa, reta, depilada, cheia de veias e quando solta, ia fácil até pertinho do umbigo dele. A cabeça era ligeiramente mais fina que o resto e engrossava logo após a glande.

Falei p/ ele se preparar que iria tentar. O parceiro do grandão colocou a camisinha do pau dele e lubrificou.
Pedi que ele encostasse na guarda da cama, meio sentado, que eu iria agachar em cima, para controlar a penetração.

Eu não era doido de deixar aquele cara, com aquela picona no controle da situação, pelo menos não no início. Me segurei nos ombros dele, fiquei de cócoras até minha bunda encostar na picona, que o parceiro dele segurava, mantendo a “mira” apontada p/ meu cú.

Senti a cabeça encostar na porta do meu cú, soltei um pouco meu peso, fazendo entrar um pedaço daquela monstruosidade em mim. Na hora senti o cú arder e doer muito, recuei, tirando de dentro, sob protestos deles. Eu falei que tivessem paciência, pois aos poucos, tinha planos de engolir aquela pica inteira, sentando até o talo nela. O grandão riu e desafiou: quero ver, isto só o Fulano aqui e mais uns 2 conseguiram.

Voltei a fica de cócoras, apontei a picona para porta do meu cú, criei coragem e soltei o peso do meu corpo outra vez, fazendo um pedaço daquele ferro entrar de novo em mim. A dor foi um pouco menor, mas foi forte o suficiente para me fazer subir o corpo e tirar de dentro outra vez. Eu sentia como se meu cú estivesse sendo rasgado de dentro p/ fora, tamanha a grossura daquele ferro.

Eles reclamaram outra vez e eu me posicionei em cima da picona, ajeitei o corpo e sentei, controlando a penetração, senti entrar novamente um bom pedaço daquilo em mim. Desta vez não saí de cima, p/ delírio deles. Eu sentia meu cú todo aberto, rasgado e ardendo, mas me mantive assim. Pedi calma ao grandão, para que ficasse quieto e não metesse, p/ eu poder me acostumar.

O parceiro dele, que assistia a cena das minhas costas, falava: agora que já estou um pedaço, o resto agora não tem ombro, aguenta que nós vamos nos divertir muito com você. Quando estiver tudo dentro, vc vai se sentir como uma carne no espeto, ele vai arrombar você e você não só irá gostar, como vai pedir mais.

Parece que demorou uma eternidade, até a ardência e a dor no meu cú foram passando e aos poucos comecei um movimento bem discreto, iniciando uma subida e descida no pau do “jegue”, pois era mais isto que parecia. Fui controlando a penetração, sentindo aquilo entrar cada vez mais em mim.

Eu engolia a picona do grandão pouco a pouco, as vezes subia, tirando quase tudo de dentro, quando saia, eu sentia um vazio por dentro e um certo alívio, mas quando eu sentava nela, sentia como se estivesse entupido por um pedaço de ferro, grande, grosso, duro e muito quente. Era como se um espeto sem ponta, estivesse metido em mim.

O grandão me incentivava: isto viadinho, senta na minha vara, vou tirar o cabaço do seu cú hoje pela segunda vez, você vai sentir com é ter 23 cm de pica dentro do rabo, vou entupir você. Eu não falava nada, só suava e rebolava, tentando engolir o máximo que aguentava daquela pica.

O parceiro do grandão narrava a cena e dizia que já havia entrado mais da metade, que faltava pouco agora. Eu fiu descendo o corpo, ao mesmo tempo que a picona ia entrando, rasgando meu cú, que se abria ao redor dela, para agasalhá-la por inteiro. Putz, era muito grande, a sensação é que era muita pica dentro de mim. Sentei até um ponto em que pareceu que não caberia mais, que já havia entrado tudo o que caberia dentro de mim.

O parceiro do grandão, disse que ainda faltavam uns 4 dedos de pica, p/ entrar tudo em mim. Eu mantive assim e comecei um discreto vai-e-vem, escalando toda extensão daquele mastro delicioso. O grandão suspirava e me incentivava: isto, delícia, cavalga a minha pica, fode gostoso comigo, está gostando de me sentir alargando vc? Seu cuzinho é uma delícia, farei ele virar um cuzão depois de hoje.

Eu estava adorando a sensação de cavalgar naquela pica enorme, quando subia o corpo, escalando a pica, tirando ela de dentro de mim, o pau dele saia e saia, parecendo não ter fim e quando eu descia, metendo, eu descia e descia, sentindo aquilo me entupir, outra vez, de uma forma que eu nunca havia sentido em nenhuma outra oportunidade.

O tempo de sobe e desce me cansou as pernas, eu saí da posição de cócoras e me ajoelhei, ainda sentado sobre ele, para cavalgá-lo, isto fez com o pau dele batesse mais fundo dentro de mim, meu cu já estava totalmente relaxado ao redor daquela picona, que ainda não havia entrado inteira em mim, mas o pedaço que entrava e saía, ia e vinha fácil e já não causava mais dor, apenas a sensação de entupimento, e um enorme prazer, que são características de um pau metido no rabo.

O grandão então me segurou pela cintura, me forçando a sentar ainda mais no pau dele e sem avisar, num golpe só, forçou a pélvis p/ cima, com força e cravou o resto que faltava entrar daquela pica do fundo do meu rabo, sem dó.

Senti o corpo dele encostar completamente no meu, com a jiboia inteira metida em mim, até o fundo de minhas entranhas. Me retesei de dor na hora, lágrimas vieram em meus olhos, mas o grandão de segurou sem me deixar sair, mantendo sua picona, que com o golpe, havia entrado até o talo dentro de mim, falando: calma, agora não tem mais volta, entrou tudo dentro de você!.

O parceiro dele comemorou: puta que pariu, entrou tudo, só as bolas estão do lado de fora. Ele falou e me abraçou por trás, lambendo minha nuca e orelhas, falando ao meu ouvido: calma gostosinho, que a dor já passa e você voltará a ter prazer, sentando na pica do meu macho e aguentando o que eu aguento.

Aquela tortura durou uma eternidade, o pau do grandão continuava cravado até o talo, no fundo do meu rabo, sem me dar folga, mas com o tempo lá dentro, a dor e o desconforto foram aos poucos passando e gradativamente meu rabo foi se acostumando com todo o tamanho e relaxando em torno da bitola daquele enorme invasor.

Meu corpo foi relaxando, minha respiração também, percebendo isto, o grandão soltou minha cintura, agora eu poderia levantar o corpo se quisesse, mas não o fiz, permaneci no mesmo lugar, empalado pelo pauzão dele.

Ele sorriu e disse: está gostando de sentar no meu pau, né seu safado? Você está se sentindo realizado, sabendo que tem 23 cm de pica dentro de você, não é? Eu não respondi, mas comecei uma tímida cavalgada, rebolando o quadril com aquela picona metida em mim.

Eu sentia a pica dele inteira em mim, eu me sentia uma puta, cavalgando um daqueles caras com as picas enormes que vemos nos filmes pornôs. Eu mexia meu quadril para frente e para trás, querendo ter certeza de que não havia deixado nada do pau do grandão do lado de fora do meu rabo. Eu me sentia realizado, pleno, entupido, empalado pelo rabo, eu sentia o pauzão dele por dentro, na minha barriga. Foi uma loucura.

A medida que eu fudia aquela picona, meu tesão ia aumentando, meus movimentos também, eu fui me soltando, até que comecei a cavalgar gostoso a pica dele, que delirava de tesão. Eu rebolava, subia e descia o quadril, fazendo a pica dele entrar até o fim e depois sair quase toda de dentro de mim. Do nada o grandão me pega pela nuca, puxa minha cabeça e me tasca um beijo daqueles, cheios de tesão, ao mesmo tempo que metia freneticamente o pau em mim.

Caralho, que gostoso, eu me senti como uma vadia, mas o pior é que eu estava adorando a sensação de submissão, de ser comido, me deu muito prazer. Então o grandão me pediu para ficar de frango assado, pois queria meter em mim.

Sai de cima dele, deitei de costas na cama, ele colocou um travesseiro embaixo da minha bunda, eu levantei minhas pernas e o grandão encostou a pica na porta do meu rabo, sem meter ele se abaixou um pouco e começou a chupar meus mamilos e começou a me penetrar.

Eu sentia seus carinhos e sua pica entrando e entrando, cada vez mais fundo dentro de mim. De vez em quando, ele parava de meter, tirava um pouquinho, mas logo em seguida voltava a meter, até que sua pélvis encostou na minha bunda. O grandão então começou a meter me mim, fazendo movimentos bem curtinhos, mantendo a maior parte daquela pica dentro do meu rabo, mas fazendo questão de meter até o fim, em todas as vezes.

O parceiro do negão, agachou na frente do meu rosto e me deu sua pica para chupar, abocanhei a pica dele, que era menor que a minha e mais fina, isto ajudou, pois pude engoli-la com facilidade. O grandão metia em mim e eu chupava a pica do parceiro dele, ao mesmo tempo.

Então o parceiro dele, saiu de cima de mim e fez um sessenta e nove comigo, eu chupava a pica dele e ele a minha, além do grandão continuar metendo em mim. Meu tesão foi aumentando, até que avisei que se ele continuasse a me chupar, eu gozaria. O parceiro do grandão não fez nada, continuou me chupando, mas o grandão acelerou as metidas em mim.

Putz, não aguentei mais e gozei, gozei chupando a pica dele, enquanto ele chupava a minha, com o grandão me comendo o rabo freneticamente. Derramei minha porra na boca do parceiro do grandão, que chupou e engoliu tudinho, deixando meu pau limpo e mole.

O grandão avisou que ia gozar, tirou o pau de dentro de mim, tirou a camisinha e deu pedindo p/ o parceiro dele chupar. Eu escutava o grandão gemer gozando, enquanto continuava chupando o parceiro dele, que sem avisar, gozou em minha boca, me pegando de surpresa, com um jato de porra na garganta.

Nos recompomos após o gozo, eu olhava a pica do grandão meio mole e achava incrível como aquilo tudo coube dentro de mim. Meu rabo estava aberto e relaxado, coloquei fácil 3 dedos dentro p/ medir a largura, antes de nos despedirmos e sairmos do quarto, o grandão me deu um outro beijo, me elogiando, falando que foram poucos que conseguiram fazer o que fiz.

O grandão pediu para trocarmos telefone, pois num futuro, se possível, poderíamos nos encontrar outra vez e repetir a farra.


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Comentários


foto perfil usuario olavandre53

olavandre53 Comentou em 03/12/2017

Bb, vc lacrou. Bjs

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p.robert Comentou em 06/01/2015

cara que delicia de conto, qto detalhe e que foda deve ter sido, gostamos das memsams coisas parbens continue assim

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Comentou em 24/05/2013

Li todos seus contos. São exímios. Adoro contos longos e cheios de detalhes. Você é muito talentoso. Continue escrevendo. Beijos bem molhados nesse pescoço gostoso. '3'

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amoputaria Comentou em 07/05/2013

PQP... Esse é o relato mais tesão que já li. Fico me imaginando no seu lugar.. Ia ficar com o pau dolorido de tanto gozar..

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fabio-mao Comentou em 22/04/2013

adorei seu conto!




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126196 - Conto: 125681-19cm de Massagem prostática - final - Categoria: Gays - Votos: 4

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico heitor30cwb

Nome do conto:
Muita putaria na sauna - realizando os desejos

Codigo do conto:
28250

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/04/2013

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0


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