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Tínhamos falado apenas pela internet. Começou com conversas simples, que rápidamente aqueceram. Ambos casados, ambos amando o parceiro, mas ambos insatisfeitos. Eu queria mais, ela também. O quê? Não sabiamos bem. Ela mais submissa, mas também mais atrevida. Começou a enviar fotos, cada vez mais provocantes. Ao final de algum tempo, conhecia tudo do corpo dela excepto a cara. Começou a contar as suas fantasias. Eu, ouvia, lia, encorajava. Mantinha a distância, estávamos os dois confortáveis assim. Mas a tentação era grande, fui sugerindo poses, locais. Fotografias "indiscretas" em locais públicos. Deixou de usar calcinha a meu pedido, de forma a poder fotografar-se (ou até pedir a uma amiga, a sua maior amiga e confidente, para a fotografar, semi-nua, onde eu lhe pedisse). Essa amiga foi entrando também nas nossas conversas, incentivando. Mas nisso falarei depois.
Chegou a altura em que eu quiz mais. E ela sempre obedecendo. Quando ela, receosa, me contou a sua maior fantasia, assumi a sua realização. E fui ordenando o que queria que ela fizesse para o fim desejado por ambos. Já que o marido nunca tinha passado do papai e mamãe básico, era preciso preparar o caminho até então intocado para o "sacríficio" que ela desejava me fazer e que eu queria receber. Seguindo os meus desejos, foi a uma sex shop comprar o seu "kit anal". Como lhe pedi, comprou 3 plugs de tamanho crescente, preservativos, e gel lubrificante. A isto acrescentou, de sua iniciativa, um plug maior, insuflável, contas anais, e uma calcinha com vibradores vaginal e anal, a qual ela pediu que eu a mandasse usar quando a quisesse excitada, deixando ao meu critério se a deixaria gozar ou não.
Na primeira semana, usou o plug mais pequeno todo o dia. Só tinha permissão de o retirar antes de chegar a casa, estando a sua amiga (e nossa cúmplice) encarregue de verificar algumas vezes se ela cumpria, enviando-me fotos da nossa "vítima". Uma vez que se esqueceu do plug em casa foi a nossa amiga, M, que ficou encarregue de a espancar. Quando recebi as fotos do seu traseiro avermelhado, verifiquei que o espancamento tinha de facto sido bem aplicado, e, segundo M, V tinha até pedido para duplicar o castigo de 20 palmadas que eu tinha decidido para ela, para assegurar que não se esquecia. M só acrescentava um PS, que talvez um dia também ela estaria naquela posição, deitada sobre os joelhos de um de nós...
Na segunda semana, começámos com o segundo plug, mas V pediu ao fim do primeiro dia para passar ao terceiro, pois já não podia esperar mais ser digna das minhas atenções. Eu acima de tudo queria evitar magoá-la, queria que ela tivesse tanto prazer quanto eu quando chegasse à altura de estrear aquele cuzinho virgem. Mas ela parecia estar a ter prazer na dor. Será que eu viria a ter prazer em dar-lhe essa dor?

Terça feira, ela já se queixou - doia estar todo o dia com aquele plug. Mas as vezes que se masturbou o orgasmo foi ainda mais forte que alguma vez tinha sido. Decidido a testar a sua obediência e a sua tendência exibicionista, ordenei-lhe que se masturbasse frente à câmara empunhada por M, e que me enviassem as fotos do seu orgasmo depois. Ambas obedeceram, com V depois a dizer-me que M parecia muito interessada, e que talvez algum dia trocassem de posição em frente da câmara - mas apenas depois de eu estar com ela, e só se eu quisesse... Tudo cada vez mais interessante.
Chegamos a quinta, e V me pergunta quando vou finalmente usar o seu corpo, gozar usando-a para meu prazer. Nada mais simples - e rapidamente combinado.
Fui ter com ela no hotel que tínhamos acertado, subindo directamente para o quarto onde ela já me esperava. Entrei, coloquei a máscara de sky que levava comigo, e dirigi-me à cama, onde V me esperava, vendada e nua, com as mãos juntas numa algema. Perguntei-lhe se não tinha tido receio de se algemar depois de se vendar, sabendo que eu poderia não aparecer. Meio temerosa, acabou por confessar que tinha combinado com M esta telefonar-lhe daí a 10 minutos, e a aparecer caso ela não respondesse. E que toda a sua impotência e dependência de terceiros a tinham deixado estremamente excitada, o que eu comprovei pela mancha na cama. Ela estava extremamente molhada, tanto que tive medo que ela gozasse só com o meu toque. Virei-a de joelhos, para poder inspeccionar o plug que ela trazia, conforme combinado. Perguntei e confirmou que tinha feito um enema, de forma a melhor estar preparada para mim, e que tinha aplicado o lubrificante. Foi então que me fez um pedido, se eu não queria abusar de seu rabinho que estava ansioso? Apliquei-lhe a palmada que obviamente esperava, vendo os meus dedos aparecer a vermelho na sua pele branca. Quieta - vamos fazer isto à minha maneira, disse-lhe. Como obviamente estava excitada demais, pois tinha-lhe proibído gozar desde a altura em que se masturbou para a câmara, ainda pensei em deixá-la gozar, mas julguei (e bem, como ela confirmou depois) que o orgasmo seria melhor quanto mais demorado e negado.
- Estás proíbida de gozar até eu dizer, sabes?
- Sim, senhor.
Comecei a acariciar-lhe o corpo todo, este corpo que finalmente podia ver ao vivo e não em foto. Seios pequenos mas firmes, pele macia, cabelos castanhos pelos ombros, boca sensual... Bunda deliciosa, macia, com o plug a espreitar no meio. Xaninha rapada, a pingar de desejo. Pernas bem torneadas.
Estava tão excitado que tive medo de gozar cedo demais, que poderia fazer? Entretanto, toca o telefone, era M; V confirmou que estava tudo bem, e M apenas disse que nos divertíssemos então, e desligou.
Decidi usar aquela boca tão sensual para me aliviar, para depois a poder fazer gozar bastante tempo quando chegasse a altura de tornar meu aquele cuzinho tão bem preparado. Despindo as minhas roupas num instante, fui introduzindo o meu pau naquela boca que imediatamente começou a me chupar, enquanto a sua língua dançava na cabeça do meu pau. Como ela não podia usar as mãos, algemadas, tinha que controlar sua cabeça com as minhas. Em pouco tempo tinha enfiado o meu pénis na sua garganta de veludo, e ela chupava mais e mais. Fui usando sua boca como a de uma boneca insuflável, até que chegou a altura de gozar. Ai recuei, e gozei na sua cara e nos seus seios, deixando-a toda lambuzada. Já mais aliviado, dei-lhe de novo o meu pau, para que ela o limpasse e o enrijecesse de novo.
Ela, já por demais excitada, aproveitava cada vez que tinha a boca livre que a deixasse gozar, que não aguentava mais. Estava quase a altura... Virei-a de novo de costas para mim, de pé ao lado da cama. Ajudei-a a dobrar-se, ficando com o torso apoiado na cama, e completamente à minha disposição. Acariciei de novo sua vagina que já parecia um rio, de tão molhada. Encostei-me ao seu corpo, e passei uma mão por baixo dela para lhe beliscar os mamilos, o que quase a fez perder o controlo e gozar.
- Que queres, que desejas que te faça?
- Fode-me e faz-me gozar! Por favor!
- Onde queres que te foda?
- Arromba-me o cú, é só para ti, por favor, arromba-me o cú que eu quero gozar e não aguento mais!
Tanto pedido, não podia negar-lhe o que eu também desejava. Com cuidado, removi-lhe o plug enquanto bebia da sua coninha, fazendo que ela se contorcesse cada vez mais, tentando evitar o orgasmo.
Quase que não resistiu quando lhe lambi o cuzinho ligeiramente aberto - por favor, enraba-me logo! Não resisto muito mais!
Sempre solícito a satisfazer uma dama, encostei o meu pau ao seu cuzinho, saboreando a demora. Não por muito, pois ela fazia força para trás, para que eu a penetrasse, e eu também desejava sentir o seu quente aperto. E foi necessário apenas um pouco de força para que a cabeça inchada e púrpura do meu pénis abrisse o seu esfíncter. Ahhhh... Que sensação deliciosa. Quente, apertado, pulsando em volta do meu pau... Ela já não dizia nada coerente, só balbuciava... Pedia para gozar... Eu fui entrando, devagar, até sentir as suas nádegas tocarem na minha barriga, o meu pau alargando os seus intestinos.
- Queres gozar? Gostas do meu pau a arrombar-te este cu de puta, de vadia que dá o cú para quem nunca viu?
- SIMMMMMM!!!!! Por favorrrrrrrr...
- Então GOZA!
E apertei-lhe os mamilos com força.
Nunca vi uma mulher ter um orgasmo tão grande, quase fui projectado para fora do quarto. Ela parecia estar com convulsões, pulava, gritava, gemia. Sua xota aparentava ter uma nascente, tanto o líquido perfumado que expelia, contra as minhas pernas.
Quando finalmente retomou algum fôlego, comecei a mover meu pau devagar, para dentro e para fora, sentindo o agradável roçar das suas paredes anais, virgens até então.
- Não, por favor... Por favor penetra-me depressa e com força... Trata-me como a puta que sou, deixando um desconhecido me usar assim... FODE-ME! ENRABA-ME! Espanca-me o traseiro!
Porque eu também queria, entrei até ao fundo, saí de novo, e voltei a entrar, cada vez mais depressa. A minha mão fazia um estrago naqueles dois globos, não mais brancos, mas vermelhos. Ia ser difícil para ela sentar-se nos próximos dias...
Cada vez mais depressa e com força, alarguei o seu cú, rebentando todas as pregas, levando-a pelo menos a mais três orgasmos, até que não aguentei mais, enchendo-lhe o cu com a minha porra quente, segurando-a pelos cabelos enquanto gozava bem dentro dos seus intestinos.
Arrasado, caí sobre ela, acabando por ficar deitado ao seu lado quando o meu caralho finalmente diminuíu de tamanho e saíu do seu cu.
Deixei-me ficar a recobrar o fôlego, até que senti que ela se mexia, e se virava para poder alcançar o meu pau com a boca.
- O que fazes?
- Limpo aquele que me deu tanto prazer...
E enguliu e limpou o meu caralho, que momentos antes tinha estado no seu cu.
Quando me vesti, libertei-a das algemas, e beijei-a.
- Quando nos voltamos a ver?
Fiz uma pausa, e respondi:
- Cedo. Não te preocupes, vamos repetir e fazer muito mais. Enquanto ambos tivermos prazer, não haverá razão para não se repetir.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
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Codigo do conto:
4257

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
11/03/2005

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0


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