Prólogo II - A filha do pastor


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O conto abaixo é continuação de “Prólogo - a filha do pastor”. Como no outro conto, as situações ocorridas aqui não foram assistidas por mim, mas me foram contadas pelo seu Zé, amante de minha esposa Ester, que lhe contou tudo.
O conto é narrado sob a perspectiva dela, pra tornar a história mais interessante!
“Logo depois que voltamos da praia com vovô, aconteceu todo aquele escândalo de minha mãe descobrir sobre o Matheus ser filho ilegítimo do papai. Eu não sabia que Matheus era meu meio-irmão, mas sabia que meu pai comia a Suzana. Uma vez, uns meses antes disso tudo acontecer, matei aula pra não ter que entregar um trabalho que eu não havia feito. Eu ía aproveitar o tempo extra pra terminá-lo em casa e pedir pro Davi falsificar um bilhete ‘dos meus pais’ dizendo que eu estava febril no dia anterior. A casa era pra estar vazia. Mamãe estava na igreja, meu pai no escritório, meu irmão no colégio. Era o dia de folga da Suzana, então nem ela seria empecilho pro meu plano maquiavélico kkkkk.
O que eu não esperava era chegar no andar de cima, perto dos quartos e ouvir gemidos vindo do quarto dos meus pais. Imaginei que fossem eles dois, mas minha mãe era irritantemente certinha e não iria faltar ao compromisso na igreja. Cheguei sem fazer barulho junto à porta escancarada (certamente que pensaram estar a sós) e meu pai metia sem dó na Suzana. Ela gemia e pedia pra socar com força no rabo dela! Até entendia meu pai. Apesar de mamãe ser bonita, fazer sexo com ela devia ser a coisa mais fria do mundo. Suzana, não! Além de gostosa, fodia com gosto. Empinava o traseiro pra receber a pica até o talo, rebolava, gemia alto, falava putaria. Você deve saber como ela se comportava, afinal era sua esposa.
Suzana era minha inspiração. Muitas das minhas dúvidas que surgiram no início da adolescência eu tirava com ela, pois com mamãe seria impossível. Ela inclusive me contava alguns segredos seus. Depois da transa que assisti eu abri o jogo com ela e contei o que tinha visto. Ela me perguntou se gostei do que vi. Constrangida, falei que sim (toquei muita siririca pensando na cena). Ela então me disse que amava demais você (seu Zé) e que adorava seu pauzão grosso socando todos os buracos dela. Mas que ela tinha desejos que tu não podia realizar.
Ela queria muito sentir um pau comendo a bucetinha e outro o cu ao mesmo tempo, mas sabia que você nunca toparia. E como tu dava tuas puladas de cerca, ela também nunca se sentiu mal por dar pra quem ela bem entendesse. Me contou, então, da vez em que conseguiu realizar essa fantasia. Muitos anos antes, vocês haviam ído visitar seu irmão, Inácio, no sítio do tio Paulo, num final de semana em que Paulo estava lá com sua família. Inácio não tinha casado ainda com aquela moça que abandonou ele mais tarde. Depois do almoço você foi tirar uma siesta e nesse meio tempo Suzana aproveitou pra seduzir teu irmão num passeio pelo estábulo. Ele obviamente não teve como negar seu tesão por ela. Ela era gostosa demais e ele devia estar na seca. Comeu com gosto a bucetinha e o cuzinho da cunhada, mas acabaram sendo pegos no meio da coisa toda pelo tio Paulo, que foi ao estábulo pedir ao Inácio para mais tarde encilhar os cavalos para um passeio. Titio, que não era santo nem nada, aproveitou pra traçar ela também, em troca do seu silêncio. Ela imediatamente concordou, pois o que mais queria era sentir dois machos dentro de si. Ela gozou como nunca com aqueles dois.
Infelizmente não conseguiram mais dar a sorte pra repetir aquela loucura, mas Paulo acabou comentando em off com meu pai sobre a transa com a Suzana. Desde então, meu pai passou a frequentar mais a cozinha de casa.
Enfim... não sei exatamente como mamãe descobriu o segredo todo. Só sei o que nós da família sabemos: que ela enlouqueceu e deu cabo dela e da Suzana com aquele carro. Afonso, meu avô materno e papai conseguiram abafar bem todo o caso com sua influência e contatos.
Vô Afonso era pastor de igreja e vereador do município. Meu pai casou com mamãe por ter visto uma possibilidade nos rendimentos financeiros e na carreira política. Trabalhou muito como advogado, mas seguiu para o lado da fé, junto com a esposa, e já discursava como pastor durante alguns cultos na igreja do vô Afonso. Um casamento de interesse. Meu pai acabou pagando um preço caro pra conquistar o que queria. Era infeliz... sempre foi safado, como o vô José e o tio Paulo, mas se castrou por conta do casório. Suzana era uma fuga muito bem-vinda ao marasmo que era seu casamento. A melhor coisa que mamãe fez por ele, além de ter-lhe dado eu e o Davi, foi ter morrido!
Logo depois do ‘acidente’, outras coisas aconteceram todas juntas: vô José e meu pai brigaram, por conta disso tudo... vovô acabou tendo um AVC que lhe deixou com os movimentos dos membros comprometidos (felizmente foi só um susto, poderia ter sido bem pior... a fala, o raciocínio e a memória não foram atingidos e os movimentos foram sendo melhorados com a fisioterapia); você (seu Zé) largou o emprego e começou a beber descontroladamente; meu avô assim que saiu do hospital pegou seus filhos pra criar e colocou eles no curso de enfermagem. Papai também se desentendeu com meu vô Afonso, afinal a filha dele tinha sido chifrada e disso nasceu um filho ilegítimo. Com a saída do meu pai da igreja do vô Afonso, ele fundou a sua própria, tornando-se pastor em tempo integral. Arrebatou muitos dos fiéis da antiga igreja. Ele tinha carisma lá (principalmente com as fiéis mulheres, que queriam oferecer seu ‘ombro’ pro recém-viúvo, no auge dos seus 42 anos )!
Só sei que com meu vô José com problemas de saúde e brigado com papai, eu não podia mais receber minha dose quase diária (depois da praia, eu ía visitar meu vozinho a cada um, dois dias) de leitada no cu e na boca. Tava triste com tudo que havia acontecido e o que eu mais queria pra relaxar era poder cavalgar no meu vozão.
Passadas pouco mais de duas semanas do acidente, tive uma visão pouco ortodoxa lá em casa: meu pai caminhando de cueca pela casa a procura de roupa limpa na lavanderia. Certamente não ter mamãe, nem a Suzana em casa, cuidando dos afazeres domésticos deixou o ambiente um pouco bagunçado, e as roupas não se limpavam sozinhas. A única vez que vi meu pai pelado foi quando flagrei ele comendo a Suzana. Ver ele desfilando de cuecas pela casa me deixou excitada, pois me fez lembrar daquela cena. Não aguentava mais tocar siririca. Queria um pau pra meter na minha bunda e já sabia quem iria fazer isso pra mim.
Naquela noite eu fui procurar meu pai na hora de dormir. Perguntei se poderia dormir com ele. Papai perguntou o porquê, se estava tudo bem comigo. Disse-lhe que já a alguns dias, desde que mamãe tinha morrido, tava tendo pesadelos, não conseguia dormir direito. Queria a companhia dele pra me sentir mais segura. Meu pai sempre foi super carinhoso comigo e com meu irmão. Nós dois éramos o único vínculo forte que mantinha um casamento que começou pelos motivos errados. Sabia que ele iria deixar eu dormir com ele. Falei que iria colocar meu pijama e escovar os dentes e já voltaria. Coloquei uma camisola mais coladinha que eu havia comprado... comprei depois da morte da mamãe. Ela nunca me deixaria usar algo como aquilo. Coloquei um perfume cheiroso que vô José me deu e fui pro quarto de papai.
Chegando lá ele também já havia se preparado pra dormir. Pelo que eu sabia ele gostava de dormir de cueca. Já havia esbarrado com ele algumas vezes indo tomar água de madrugada assim. Entretanto, dessa vez ele colocou um short e uma camiseta. Fiquei um pouco decepcionada, mas é claro que isso não iria me impedir do que eu tinha me proposto.
Ele tava deitado lendo um livro qualquer e me deitei ao seu lado. Papai colocou o livro de lado e me puxou pra junto dele. Deitei com a cabeça sobre o seu peito e ele ficou me fazendo cafuné. Logo ele adormeceu. Passei minha perna por sobre ele e me encaixei naquele corpão. Sabia que não podia ir com sede ao pote pra não assustar meu paizão. Teria que ser devagar, um pouquinho de cada dia, como foi com o vô José. Durante a noite nos mexemos um pouco, mudamos de posição. Algumas vezes esbarrei ‘sem querer’ no seu pau e constatei que ora estava duro, ora meia-bomba. Pela manhã estávamos de conchinha... sentia o pau dele por trás e aproveitei pra esfregar minha bundinha de leve. Fiquei nesse sarrinho até ele acordar. Obviamente que quando ele acordou tratou logo de disfarçar e afastou-se um pouco de mim.
Fingi que acordei também (já tava a mó tempão acordada), me virei, dei um abraço no meu paizão e um beijo estalado na sua bochecha. Disse um bom dia com meu melhor sorriso. Ele me retribuiu o beijo, o sorriso e perguntou se dormi bem. Respondi que não poderia ter dormido melhor. Que ele era o meu herói, que os pesadelos não haviam me assombrado aquela noite. Ele ficou todo faceiro com o que eu disse e aceitou me fazer companhia sempre que eu estivesse sem conseguir dormir.
Na noite seguinte, mesma coisa... perfume, camisolinha. Cheguei me enroscando nele, como se fôssemos namoradinhos. Não sei se meu pai já via minha malícia. Tudo começou com um carinho genuíno de pai, só depois que se tornou tesão. Antes de dormir comecei a falar com meu pai sobre namoro. Disse que aquele tipo de papo era impossível com a mamãe porque ela metia religião no meio de tudo e agora que a Suzana, que era com quem eu pedia conselhos a respeito, tinha morrido, ele era a única pessoa que eu tinha com quem conversar. Ele me perguntou se tinha algum rapaz que eu gostava. Disse que no culto tinha uns carinhas que ficavam de olho em mim e alguns chegavam em mim pra flertar, que eu não dava muita bola, porque tinha medo de desagradar a mamãe. Então ele pergunta:
-- E você, o que sente por esses rapazes?
-- Não sei direito, pai. Eu gosto de ver que alguém me acha bonita, mas as coisas que eles falam não sei se são certas!
-- Mas você é mesmo bonita, princesa. Não é a toa que chama a atenção dos meninos.
-- Você acha mesmo, pai? Bonita como a Suzana?
-- A Suzana era realmente uma mulher bonita, mas porque você falou dela e não de sua mãe?
-- Ahhhh... porque não conseguia ver a mamãe como mulher. Ela era bonita, mas era também muito severa e inibida em relação a tudo. Acho que isso tira um pouco a delicadeza e a feminilidade de uma mulher. A Suzana era mais espontânea. Achava ela muito mais... não sei a palavra.
-- ... sexy?
-- Isso! Você também achava isso dela?
-- Achava sim. Uma pena esse acidente trágico. Mas tu falou que os meninos te falam coisas que não são certas. Como o quê, por exemplo?
-- Hummm... eles dizem que sexo oral e anal podem ser feitos sem quebrar regra nenhuma da igreja. Que se a menina não perder a virgindade, daí não tem problema. Pode mesmo pai?
-- Como é que é? Eles te chamam pra fazer isso? Quem são esses garotos?
-- Quem são não importa, papai, e alguns nem são mais garotos, já têm mais de 18 e alguns são casados. Nunca dei chance alguma pra eles. Porém... eu fiquei curiosa se realmente é permitido ou não. Suzana dizia que adorava!
-- Ela dizia isso? Bom... eu acho que dentro de um casamento, se ambos estiverem com vontade de experimentar algo novo, eles têm liberdade total para isso!
Nesse ponto eu já tava com a perna novamente sobre meu pai... dava pra sentir o volume se formando no short. Ele estava constrangido com aquela conversa, mas também excitado. Então eu cutuquei:
-- O senhor já fez?
-- Fazer o quê? Sexo oral e anal? Sua mãe nunca permitiria.
-- Não perguntei se já fez com a mamãe, perguntei se já fez. Lembra que falei que alguns dos que vinham falar comigo eram casados? – perguntei olhando bem no olho dele pra ver se ele teria coragem de mentir pra mim.
-- Ora filha... eu conheci mulheres antes de sua mãe...
-- Mas então foi fora do casamento... daí é permitido? – meu pai ficou todo vermelho.
-- Você daria uma ótima advogada... passando seu próprio pai na conversa. Que tal irmos dormir?
-- Você fugiu da pergunta, mas tudo bem. Pode ser que eu tire a dúvida com os meninos do culto!
-- Não faça isso, filha. Eu só acho que não é hora de conversarmos isso. Você é muito novinha.
Fechei a cara pra ele. Virei de costas. Ele me abraçou e me fez cafuné. Dormimos de conchinha. De madrugada me acordei sentindo seu pau na minha bundinha. Estava muito duro. Passei a mão por cima de levinho e pude constatar que era tão grande e grosso quanto o do vovô. Não dormi direito o resto da noite, pois estava louca de tesão. Teria q tocar umas 30 siriricas pra conseguir dormir. Quando acordei meu pai já tinha levantado.
Na noite seguinte eu fui só de camisola, sem calcinha. Cheguei no quarto, me deitei por cima dele, fazendo ele colocar de lado o livro que lia e disse que fiquei triste por não podermos conversar francamente, que Suzana nunca me deixava no vácuo sobre esse tipo de coisa. Meu pai perguntou se eu já tinha feito essa mesma pergunta pra ela. Eu respondi:
-- Nem precisei pai. Suzana era um espirito livre. Com certeza que ela fazia tudo isso, provavelmente até fora do casamento. Provavelmente até com você!
-- Como assim, filha? Do que você tá falando?
-- Ouvi um boato de que o Matheus talvez seja meu irmão... isso significa que você tinha uma relação de anos com ela!
-- Como assim ‘tinha’? O que confirma que eu tivesse qualquer tipo de relação com ela?
-- O fato de eu ter visto vocês dois transando na cama da mamãe numa manhã que gazeei aula. Ela pedia pra você socar no rabo dela!
-- Peraí, quando você gazeou aula?
-- Eu gazear aula é o de menos... você me deve uma resposta. Dar o rabo fora de um casamento é permitido ou não?
-- Minha princesa, eu quero que você entenda que papai não estava feliz no casamento com sua mãe e...
-- Pai, sei perfeitamente disso e não estou julgando você, nem a finada Suzana. Acho totalmente natural que você tenha se encantado por ela. Ela era realmente linda e sensual. Não fosse pela amizade entre as famílias, com certeza mamãe não permitiria ela trabalhar aqui.
-- Filhota... permitido eu não sei se é. Eu não sou detentor da verdade e, mesmo como pastor, a Bíblia é anacrônica demais pra ser usada como parâmetro.
-- Ok. Então se eu sair com algum rapaz e fizer isso, tá tudo bem?
-- Não está, porque você é meu bebê! Não quero ver você dando pra esses cafajestes!
-- Mas você também foi cafajeste, pai! O que te faz melhor que eles?
-- Minha linda, você está insistindo nisso por que está a fim de experimentar sexo com algum deles?
-- Não sei pai... fico mexida com o assédio! Às vezes me masturbo muito pensando nisso tudo! Masturbar pode, né? A Suzana dizia que isso era super natural na minha idade.
-- Pode sim, minha flor.
-- Se não pudesse eu faria igual... olha só como eu fico! – já estava naquela posição deitada sobre o peito dele e com a perna sobre ele. Peguei sua mão e conduzi pra minha bundinha... empinei e coloquei por debaixo da camisola... lá ele tocou de leve na xoxotinha e no cuzinho. Logo ele tirou a mão assustado e perguntou:
-- Que é isso filha? Não podemos! Isso não é certo.
-- Sexo fora do casamento também não pode e você fez. Fora isso, seu pau não parece concordar com você. – o volume no short cresceu rapidamente e ele ficou envergonhado. Nem tinha se dado conta que tava com uma puta ereção. Eu dei uma alisada por cima do short, levantei e fui pro meu quarto.
Naquela noite o sono não veio. Fui ousada demais e não consegui prever qual seria a reação do paizão depois do que fiz. Em plena madrugada ouço o barulho da minha porta sendo aberta. Fiquei paradinha fingindo de morta. Eu estava deitada de bruços, abraçada ao edredon, o que deixava minha bundinha empinada. De repente, senti uma mão passando pelas minhas pernas, bem de leve. Ela foi subindo pela coxa e depois por baixo da camisola, que era curtinha, até minha bundinha. A mão ficou me alisando de forma delicada, mas com volúpia. Ela escorregou pra minha xaninha e pôde constatar que já estava ensopada. Ficou ali me massageando e eu já soltando uns gemidinhos baixos. Tava bom demais! De repente, sinto minha camisola sendo levantada até a lombar. Algo duro e quente é esfregado sobre a minha bunda enquanto a mão começa a intensificar os movimentos na minha xaninha. Ouço um barulho de impacto entre peles... uma punheta? Empino minha bundinha, me contorço um pouquinho na cama, os movimentos na minha xoxota aumentam, vou gozar! Quando meu corpo começa a dar pequenos espasmos por conta do orgasmo, sinto uma coisa quente se derramando e escorrendo na minha bunda e lombar. A mão espalha a meleca pela minha bundinha. Ela esfrega um pouco dessa meleca no meu cuzinho e brinca ali por uns segundinhos. Logo a mão se afasta de mim. Ouço a porta abrir e fechar novamente. Fica somente um cheiro forte de sexo no quarto.
No dia seguinte, apesar do sono, acordei de muito bom humor. Tive um dia cansativo na escola. Meu pai fingia que nada tinha acontecido e passei a agir da mesma forma pra que meu irmão não desconfiasse. Parecíamos estar bem de novo, eu e meu pai. Durante uma semana o ritual se repetiu. Eu sempre de bundinha pra cima, esperava no mesmo horário (2h da manhã) aquela mão e aquele banho de porra na bundinha. Na segunda semana algo novo aconteceu: senti uma boca me beijando entre as pernas. Recebi uma linguada deliciosa na xotinha e no cuzinho. Aquela barba me espetando a virilha me deixava louca. Na terceira semana, dedinhos começaram a entrar na minha bundinha. Eu gozava muito com tudo aquilo, mas queria sentir um pau dentro de mim. Já fazia mais de mês que não dava o cu.
Naquele final de semana, meu irmão acampou com uns amigos da igreja e imaginei que meu pai iria aproveitar a chance pra ir além... quem sabe me enrabar. Estranhei ele não ter aparecido. Até fiz um comentário mordaz no café da manhã: “Minha porta passou a noite toda destrancada”... Ele fez cara de que não entendeu. Idiota!!!
Naquela noite meu irmão voltou contando as novidades do passeio, todo empolgado. Foi um bom momento pra colocarmos a conversa em dia, já que quase não dava mais tempo de nos vermos direito. Ele passava o dia entre o colégio (estudamos em escolas diferentes... eu estudo numa escola só de meninas), o curso preparatório do vestibular, a academia, seus amigos e ajudando o papai com a igreja nova.
De noite, na mesma hora de sempre, senti a mão passando pelo meu corpo novamente, no mesmo horário de sempre. Pela primeira vez falei com o dono da mão, dizendo:
-- É hoje que você vai me enrabar?
E o dono da mão respondeu:
-- Assim como o vovô fazia contigo?
Tomei um puta susto. Era a voz do meu irmão. Podia jurar que era meu pai. Acendi o abajur e tava ele lá sem camisa e com uma baita piroca em riste.
-- Era você?
-- Achou que fosse quem? O papai?
-- Achei sim!
-- Decepcionada???
Olhei praquela pica linda... era um pouco menos grossa, mas mais comprida que a do vovô. Aquele corpo grande e malhado. Pensei em todo o prazer que ele vinha me dando e respondi:
-- Não. Foi inesperado, só isso! Como você sabe do vovô e eu?
-- Ué, nas férias vocês foram bem descuidados. Não tinha como não reparar que tava rolando alguma coisa. Um dia fingi sair e voltei. Peguei o vovô fazendo um 69 com você. Aquilo me deu muito tesão. Bati muita punheta pensando naquilo tudo... você viu! Fiquei de fora pra não rolar conflito. Contudo, depois do lance do acidente, rolou a briga com o vovô e vi que você tava indo dormir no quarto do papai. Estranhei na terceira noite você voltar do quarto dele ao invés de dormir lá. Imaginei que ele tivesse te comendo também, mas quis verificar isso quando vi você voltando pro teu quarto. E foi daí que começamos a fazer o que estamos fazendo.
-- Hummm... ok, então! – e desliguei abajur – Onde foi que paramos?
Ele só deu uma risadinha sacana e continuou o que estávamos fazendo... nesse dia, depois de me dar um banho de língua na bundinha e meter dedinhos no meu rabo, ele pegou um frasco de creme hidratante que tinha na minha cabeceira, esfregou bem no meu cuzinho e no pau dele e foi me penetrando aos pouquinhos. Vi estrelas! Tava sem dar já a um bom tempo, mas logo, logo eu já rebolava na pica dele e pedia pra ele enfiar até o talo. A pica era menos grossa que a do vovô, mas mais comprida... dava aquela dorzinha gostosa lá no fundo. Parecia que ía arrebentar alguma coisa lá dentro. Me senti uma vitoriosa quando as bolas dele começaram a bater na minha xaninha. Aguentei tudo! Estava realizada com um pirocão grande me comendo novamente e sentir toda aquela porra vertendo dentro de mim era uma delícia.
Virou nosso pequeno segredinho esses encontros noturnos diários.”
Continua.
Foto 1 do Conto erotico: Prólogo II - A filha do pastor

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Comentários


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bianor Comentou em 27/05/2014

Lindas fotos e principalmente a enrabada gostei do segundo vou continuar lendo bju na piriquitá




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Ficha do conto

Foto Perfil guaposo
guaposo

Nome do conto:
Prólogo II - A filha do pastor

Codigo do conto:
47524

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/05/2014

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
2


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