Como é bom levar “bolas nas costas”


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Época de Copa. Meu relato tem tudo que ver com jogador, copa do mundo e bola nas costas. Um jogador (conhecido como mulherengo e rico), cujo nome não é conveniente mencionar (vou chamar de X), me telefonou e pediu para eu abrir meu e-mail. Eu, como Maria Chuteira (só de jogadores VIPs) corri e abri meu e-mail e li: “Lu, estou lhe enviando as passagens para você e uma colega (pode ser a Ju) para vir aqui onde estou. Depositei uma grana na sua conta para despesas.”
Telefonei para Ju e, três dias depois, estávamos numa cidade da Europa.
Fomos recebidas como rainhas pelo jogador X no aeroporto, que nos levou para sua mansão cinematográfica. Ao chegar no maravilhoso mercedão de X, todos os quatro empregados da mansão nos receberam com carinho, recolhendo nossas bagagens e indicando nossa suite. Ficamos numa suíte confortável, que até parecia um motel, com banheira enorme, duchas modernas, dois tipos de saunas etc. Ficamos curtindo aquilo tudo e já planejando uma trepada caprichada para recompensar a hospitalidade de nosso anfitrião se seu amigo.
De repente, nossa conversa foi interrompida com súbita entrada de X e seu colega de time, que vamos chamar de Y, um belíssimo negro de 1,90m. Ju, minha amiga, deu um gritinho histérico fingindo surpresa e se abriu toda quando viu o negro:
_ Nossa que susto. X pegue uma toalha pra mim.
X jogou duas toalhas (como se precisasse...) e, enquanto o zagueirão Y era apresentado para nós, fomos nos enrolando nas toalhas, sorrindo e valorizando as nossas curvas, cumprimentamos o negrão maravilhoso.
X era bem menor do Y (era atacante), branquinho, tipo mignon, mas nem tanto. Quanto vinha para o Brasil, sempre me procurava para dar uma trepada caprichada. Mas fora do Brasil, era a nossa primeira foda.
Com uma garrafa de uísque vinte anos, X mudou o clima pesado daquela apresentação. Nós duas, mulheres nuas e lindas, com apenas a toalha cobrindo parte do corpo e uísque no copo... foi uma tentação para aqueles machos esportistas, legítimos representantes do futebol mundial, logo ali na nossa frente. Ricos e bonitos. Isso bastou para Ju tirar a toalha e apresentar seu corpo de miss de 1,70m. Eu, um pouco menor, de 1,60m, também não fiquei pra trás. Joguei minha toalha num canto e me sentei no colo de X, que já estava com o pau duro ao ver aquele corpaço de Ju.
O sinal verde acendeu. Os sorrisos sacanas dos dois diziam tudo. Vamos trepar!
Era o começo da maior suruba que eu já participei.
X tirou o short e enfiou aquele caralhão na minha boceta. Achei que ainda era cedo para sentir pau na boceta. Levantei-me, tirei o pau dele da xaninha, ajoelhei-me e fiz o que ele sempre gostou: um boquete extraordinário.
Ju, me vendo à vontade chupando aquele pinto tamanho G de X, ficou entusiasmada e excitada. Jogou a toalha e ajoelhou, aproximou-se de Y e ficou esperando ele tirar o pau pra fora. Y ficou um pouco se ação e Ju puxou seu short com carinho, mas com determinação. Sorriu ao ver o TARUGÃO de Y. Êta negão pistoluto! pensou.
Mas um cacetão GG, cabeçudo, grossão e comprido era o sonho de consumo da Ju. De tanto ela falar sobre isso, de tanto elogiar um caralhão gigante fiquei doidinha para experimentar. Juramos um dia achar um e, finalmente, achamos o cacete de Y.
Enquanto caprichava no sexo oral, olhei de lado e vi Ju “brigando” com o cacetão de Y, tentando colocá-lo inteirinho na boca, mas sem sucesso. Se colocou a cabeça (glande) e mais um pedaço do pau, foi muito, porque Y tinha mesmo um respeitável cacete, pra ninguém botar defeito. Estava realmente desajeitada.
Não aguentei ver aquilo e, com jeitinho, fui me afastando, educadamente de meu anfitrião e me aproximando de Y, fingindo ajudar minha amiga Ju com aquele pingelão, comecei a dividir com ela o pau do negão.
X nem ligou. Acho que ele queria que eu ficasse mesmo com seu amigo Y, para comer a Ju (carninha nova para ele) antes de me comer.
X percebeu que eu já estava à vontade com o caralhão do amigo e pegou a mão de minha amiga Ju e a legou para a sua suíte.
_ Fiquem tranquilos aí... em vou comer a Ju na minha suíte.
Com aquele pauzão negro na mão, minha felicidade era gritante.
X e Ju se afastaram e eu fiquei sozinha com aquele troféu na mão e comecei a elogiar o cacete: o maior, o melhor, mais duro, mais grosso, mais... mais....
E como elogiava o pinto do Y! Até parecia que o pinto tinha vida própria.
Eu pegava, chupava, lambia, subia com a língua do saco (que sacão!) até a cabeça... caprichosamente, dizendo: _ Nossa como você é gostoso, como vc é macio, lindo, duro, gostoso... eu te procurei a vida toda, meu caralho safadinho, vem aqui pra minha boquinha ... vem cá safado... – ia falando assim e acariciando o pau dele com as mãos, língua, lábios...
Y ria daquela minha atitude doida, pois o caralho dele era ele mesmo e eu estava tratando-o como se fosse um ente autônomo...
Eu também achei estranha a minha atitude, eu tinha pirado de tesão! Mas aí me lembrei de uma música de José Augusto que dizia “Coração, diz pra mim / Por que é que eu fico sempre / Desse jeito... “. Ora, se este músico separou o coração dele mesmo, e conversou com seu coração; porque eu não podia fazer o mesmo com a pistola do Y.
Mas, de qualquer jeito, estava divertido e erótico tudo aquilo. Cada maria chuteira curtindo um cacete, fazendo o que mais treinou na vida: trepando com um esportista sarado!
Para mim o pau de Y era um trofeu. Pensei: este boquete acariciando um pau com mãos e lingua, é a mesma sensação que um jogador sente ao acariciar a taça de campeão do mundo, que seu time (país) ganha, após difíceis partidas.
Cheguei, até mesmo, colocar uma a uma as bolinhas do saco do meu boleiro na boca. Quase engoli! Chupei o saco, o pau, a glande, o pequeno prepúcio, o cabreto, as coxas... e até a barriguinha tanquinho do meu herói dos gramados.
Caprichamos tanto, tanto, que nós dois, ao mesmo tempo, começamos a gemer .... e a gritar GOOOOL... gozei!!!! Segurei firme aquele maravilhosos cacete e, com coragem, engoli toda aquela porra que jorrava daquele pau duro e inchado.
Depois de uns uisques e de jogar conversas fora, convidei meu macho Y para curtir aquela banheira enorme.
Eu, que adoro uma banheira jacuzzi, me joguei lá dentro e mergulhei no meio das espumas:
_ Y vem cá, vem curtir a banheira...
Y entrou e ficou sentado na beirada. Eu percebi o que ele queria e me ajeitei no meio daquelas pernonas do gigante. Catei o pauzão e fiquei chupando com carinho, até o cacetão ficar 100%. E ficou, para alegria dos dois. E fiquei histérica só em pensar em levar aquele ferro todo na buça.
O gigante sentou na banheira e eu me sentei no colo dele, mas com muito cuidado, pois NUNCA tinha experimentado um cacete daquela envergadura na xaca.
Com uma das mãos, fui dirigindo o pau de Y para minha boceta molhadinha (por dentro e por fora). A cabeça entou e gritei baixinho “ui”... entrou mais um pouco e gemi “ai... ai” .. entrou a metade. Eu já estava impaciente e, para a alegria de Y, eu me sentei de vez e o pauzão entrou.
_ AI, AI, AI...ai.. ai.. ai que gostoso... que legal! um macho de verdade... um pinto de homem... um pintão... um caralhão... um monster... um big cock... enfia tudo na sua putinha... meu heroi ... meus deuses.. meus santos! – gemi, gritei e murmurei cheio de tesão.
Eu adorei mexer com o caralhão nas entranhas, subindo e descendo no meio daquelas espumas flutuantes e sentido os jatos da jacuzzi... tudo o que queria na vida...
_ Estou adorando dar pra você Y... quando vc quiser me comer de novo, é só me chamar... venho no mesmo dia... paro tudo na vida só para sentir de novo este pinto FENOMENAL.
Fiquei um tempão curtindo aquela jeba enorme dentro de mim, num vai e vem e sobe e desce muito gostoso. Enquanto isso, Y ía chupando meus lábios e meus seios. Mais os seios do que os lábios. Adorou meus peitos. Apertava e chupava, elogiando.
Depois de tantos “sobes e desces” naquele cacetão, só uma coisa podia acontecer: GOZAR. Foi exatamente isso que aconteceu. Senti uma enxurrada de porra dentro de mim, saindo de um pau que cresceu mais ainda. Eu até imaginei como seria um parto... Exagerando um pouco, aquele caralhão, inchado com o orgasmo, ficou quase do tamanho de um recém-nascido.
Continuei sentada no colo de Y, com o cacete na xana, amolecendo, amolecendo... até amolecer de vez. Pena. Sai do colo de Y, tomei uma ducha e fomos ao encontro dos dois safadinhos, X e minha amiga Ju.
Pegamos os dois no flagrante: Ju estava na cama, de cata cavaco, tomando no cu.
Pensei em deixar os dois em paz, mas Y ficou entusiasmado:
_ Vamos lá, X não liga não... vamos apreciar aquela enrabada.
Dei um sorriso amarelo e invadimos a suite real daquele boleiro rico a bessa.
_ Podem meter à vontade. Vamos tomar um drink, enquanto vocês se divertem, disse Y para os dois ( X e Ju).
X sorriu e continuou enrabando Ju. Ela nem deu bola, afinal era uma maria chuteira profissional e já estava acostumada àquilo tudo. Ju apenas gemia e gritava (fingindo dor!, como fazem todas as putinhas de filmes eróticos: não sentem nada, mas fingem dor...).
Eu e Y ficamos conversando, tomando uisque, enquanto X trepava em Ju. Pensei que eles não iam gozar nunca. Estavam demorando. Aquela cena estava me deixando com um tesão louco. Y já estava ficando interessado em nova transa. Olhei para o pinto de Y e percebi que já estava dando sinal de vida. Sentei-me mais perto de Y e passei a mão no pau dele, que de tão grande quase bateu em minha cara.
_ Nossa Y, seu pau tem mesmo vida própria. Acho que vou levar ele para o Brasil, para minha casa, disse eu brincando e colocando o tarugo minha boca novamente.
X gozou no cu de Ju, gritando e agarrando a bunda de Ju (e que bunda grande e linda, que se valoriza ainda mais por causa da cinturinha fina dela). Puxou aquele bundão até o pau amolecer e ir saindo devagar daquele rabão magnífico.
Assim que amoleceu, X caiu de lado e ficou quietinho, descansando.
Para minha surpresa, X se recuperou e falou para o amigo:
_ Y experimente o cuzinho da Ju... está uma delícia. Vai firme. Aproveite que já está amaciado... está logo alí, no jeito.
Fiquei um pouco decepcionada com a atitude de X, tratando minha amiga com tanto desdém, com tanto desprezo, como se aquela mulher fosse um simples objeto.
Mas acho que minha amiga não estava com a bola toda, pois, olhando bem aquela cena, vi uma putinha (Ju) peladinha, deitada na cama com o cu pra cima, cu todo cheio de porra, que escorria pela coxa e perna... Fazer o que? Afinal, ela não estava se valorizando. Quem está na chuva... E, além disso, ela sempre quis experimentar um pistolão. Claro que nunca falou em pôr o pauzão daquela dimensão no cu, mas, nas entrelinhas, já sugeriu...
Coube a mim deixar o pinto de Y no ponto. Fiz isso direitinho e me afastei. Fui me confortar com um copo de uisque vinte anos. Muito bom.
O atleta gigante levantou-se com aquele pauzão em riste e foi se enconstando no bundão maravilhoso de Ju. Passou um lubrificante importado no pauzão e partiu para o ataque.
Ela se assustou quando olhou pra trás e viu o tamanho da “criança”.
_ Nossa Y, tudo isso? Não sei se aguento não...
Mas Y era jogador profissional e, apesar de zagueiro, sabia marcar um gol como ninguém. Colocou a “bola” no lugar certo e, mirando bem, “chutou” tudo pra dentro. A cabeça entrou. Ju gritou como um bezerrinho desmamado. “Ai, Ui, Credo... isso é grande demais... tira, tira...”
Mas como pode uma frágil maria chuteira de 1,70, 65 kg.mais ou menos, sair debaixo de um gigante de 1,90m, mais de cem quilos de cima! Só se matasse. Mesmo assim seria difícil. Por outro lado, no fundo no fundo ela estava gostando muito daquela experiência sonhada há anos.
Com muito jeitinho e muito carinho em seu clitóris pelos dedinhos do macho, ele foi enrabando Ju com categoria. O pau GG, cabeça grande, foi invadindo, invadindo, até entrar tudo, sem se importar com a gritaria de Ju: “tira, tira, isso vai me arrebentar, vai me estourar, vai me matar... tira...tira..”, mas quando estava quase tudo lá dentro, Ju mudou o tom da lamentação: “tira.. tira...não tira............... NÃO TIRA... PÕE ... PÕE ... PÕE TUDO NO MEU CU.. ESTOURA ESTE CUZINHO QUE É SEU... meu negão gostoso... delicioso... mete tudo.” Ju estava adorando aquelas duas “bolas nas costas”, dentro de um saquinho cheio de porra.
Olhei aquilo e fiquei com muita vontade de tomar no cu também.
Mas achei melhor dar o cu para X, que tinha o pau menor. Acho que eu não ía aguentar tamanho tarugo. E, obviamente, eu iria levar, também, as bolas daquele negão nas costas. Achei que, com muito sacrifício, iria aguentar um pedacinho do pau de Y; é, isso eu ia aguentar, ia encarar... mas até o talo? Duvido... E depois todo mundo saber que NENHUM homem, macho de verdade, mantém a promessa de colocar somente a cabecinha...
Assim que X voltou do banheiro, foi se aproximando de mim, pelado, com o pau na mão.
Ele nem precisou pedir, humildemente me ajoelhei aos seu pés e chupei aquele pinto que já conhecia há muito tempo. Ficou duro. Ficou grande, mas não tão grande como o pau de Y.
_ Deita alí, Lu, fica de bundinha pra cima... quero comer seu cuzinho.
Obedeci correndo. Deitei-me no outro lado da enorme cama, coloquei um travesseiro na barriga e oferecei meu rabo para o abate.
X não perdeu tempo, passou o lubrificante milagroso no meu rabo e no seu pau e foi me comendo, com categoria. Colocou um dedo, dois, três... deu um tempo e, depois, colocou a cabeça do pau no meu cuzinho já lasceado. Entrou um pouco e apertei a minha argolinha (esfincter), sem querer - pura (sem querer, por impulso/instinto).
Pacientemente, ele esperou meu cu relaxar e o atacou de novo. Fazendo isso várias vezes, esperando o relaxamento providencial, o pau dele invadiu meu rabinho sem me causar dor. Realmente X sabe comer um cu da mesma forma que marca um gol. Vai driblando, driblando, e entra no gol com bola e tudo. Um atacante nato!
Quando percebi, eu já estava com as duas bolas nas costas. Coloque a mão e senti as bolinhas do saco de X, que batia na minha bunda, agradavelmente. Claro que eu colaborei bastante; empurrei com determinação a bunda pra trás até sentir as bolinhas do saco bater nas minhas costas. Uma D E L Í C I A ! Vocês nem imaginam com é bom ter as bolas nas costas... principalmente quando o cara é goleador excepcional!
Com o pau de X no rabo, fiquei mexendo pra frente e pra trás... para baixo e pra cima... enquanto o safadinho do X ía acariciando meu clitóris com seus dedinhos mágicos, sem se esquecer dos meus mamilos... que atacante maravilhoso.
Ficamos nós quatro sobre a cama, um apreciando o desempenho do outro, com tesão a mil e o resultado já era esperado.
Todos gozamos juntos.
Foi uma gritaria doida. Ju era a que mais gritava, pois se sentia o último biscoitinho do pacote, por ter aguentando aquele jumento.
Quando Y tirou o pauzão do cuzinho de Ju fiquei apavorada. O buraquinho dela havia se transformado em um buracão, um buraco de poço... que horror!
Não falei nada, para não assustar Ju, mas percebi a sua dificuldade em se sentar, para apreciar aquele jantar de mil e uma noite que X preparou para nós duas e seu amigo Y.
Mas não paramos por ai... a suruba continuou a noite toda, porque os atletas estavam de folga. E, falando em folga, tiramos algumas horas para apreciar um jantar maravilhoso, servido por dois empregados educadíssimos. E que comida!
Mais tarde, continuamos a suruba, com muito mais ação. Mas isso eu conto depois.



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Comentários


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ruca2510 Comentou em 08/05/2018

Votado! Adorei seu conto...me deixou molhada, fantasiando sendo eu a levar esse cacetão no meu rabo...uhhhhhmmmm Adoro pau bem grande no meu cú... Beijos da Ruca

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mcnn Comentou em 08/07/2014

Show muito bom valeu

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Soninha88 Comentou em 26/06/2014

delícia de conto, um cacetão no cuzinho é sempre uma delícia, toda mulher adora, adorei seu conto, fiquei molhadinha...bjs




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Ficha do conto

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deaguiar38

Nome do conto:
Como é bom levar “bolas nas costas”

Codigo do conto:
49083

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
23/06/2014

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0


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