O AJUDANTE DE PADEIRO


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O ajudante de padeiro

Eu sou o patrick tenho 19 anos, 1,78 alt 74 kg corpo legalzim, todo discreto, estilo macho mesmo mas viro uma putinha quando o assunto é macho.

No conto anterior eu fale mais sobre o willian, vou falar um pouquim sobre mim, meu pai tem uma padaria, e moramos no andar de cima. Nas horas vagas eu sempre ajudo, essa que vou contar aconteceu há mais ou menos 1 ano e meio, no mesmo ano em que transei com o nerdinho.
Padeiro é bixo complicado de mexer, padeiro não para em lugar algum, essas são frases de meu pai, entram e sai com muita freqüência, se padeiro já é assim imagina ajudante, não param mesmo.
Acordei com minha mãe me chamando:
Mãe: patrick acorde, seu pai quer que você faça algumas coisas na padaria hoje.
Eu: a mãe, podia ter me falado ontem a noite né.
Mesmo reclamando eu acordei tomei banho e desci pra padaria, quando cheguei lá embaixo meu pai pediu que eu fizesse um levantamento, tipo um balanço do que estava faltando ou prestes a acabar, comecei pela parte da frente da padaria e depois fui para a área de produção, estava com uma prancheta na mão, quando cheguei na área de produção quase deixei ela cair, o novo ajudante de padeiro estava no cilindro, uma visão difícil de esquecer, o ajudante ( ainda não sabia o seu nome ), era um rapaz que achei ter uns 20 anos, depois ele me disse ter 22 anos, tinha mais de 1,80 corpo em forma, branco, cabelo curto, cortado maquina no 2 ou 3, e muito másculo, meu corpo ficou mole quando vi aquele rapaz, normalmente os funcionários eram bem feios. Fui em direção ao seu Carlos, era um padeiro antigo, trabalhava e ainda trabalha com meu pai há muito tempo.
Eu: bom dia seu carlos tudo bem ?
Carlos: bom dia patrick, tudo sim, caiu da cama guri ?
Eu: cai sim, o pai pediu para fazer balanço, ver o que esta faltando.
Carlos: aqui esta tudo em ordem, já fiz minha lista, é só vc pegar.
Eu: obrigado seu carlos.
Peguei a lista de seu carlos e me dirigi em direção daquele deuzinho que estava meio suado, nem preciso dizer que área de produção de padaria é quente pra caralho.
Eu: bom dia tudo bem ?
Ele: bom dia estou sim e vc ?
Eu: tudo sim. Começando hoje ?
Ele: sim, estou começando hoje, seu ronaldo ( nome do meu pai ), esta me dando uma chance, vc é filho dele certo ?
Eu: sim sim, que bom espero que tudo de certo para vc, muito prazer eu me chamo patrick.
Ele: valeu mesmo, vai dar tudo certo sim, eu me chamo leonardo, mas pode me chamar de léo.
Eu: bem vindo então leonardo, ops léo.
Ele deu uma risadinha safadinha e conversamos mais um pouco, o que eu tinha que fazer na área de produção ia demorar uns 10 minutos, mas enrolei lá quase 1 hora, eu estava viajando no léo, me atraia muito, o jeito todo machão dele, ficava excitado só em olhar para ele.
Mas vamos ao que interessa, rsrs, léo estava em sua terceira semana, e um dos rapazes que assam o pão ficou doente, essa é o povo que mais sofre, começam a trampar normalmente meia noite, e vão até perto das 6 da manhã, senão nem tem como pegar pãozinho quente de todo dia, léo ia substituir esse rapaz por alguns dias.
Eu ainda não sabia desse detalhe, e como quase todos os dias fazia, ou eu ou meu pai descia até a padaria para ver se estava tudo bem e para acionar o alarme na parte da frente da padaria, desci com a maior preguiça do mundo, nem passei pela área de produção, acionei o alarme e quando já ia voltar para casa ouço um boa noite:
Léo: boa noite patrick tranqüilo?
Eu: ( com as pernas meio bambas, aquele macho mexia mesmo comigo ), o que vc ta fazendo aqui nessas horas léo ?
Léo: boa noite patrick? Rindo pra mim.
Eu: foi mal léo, boa noite.
Léo: o seu miguel esta doente, vou trabalhar a noite até ele estar bem para trabalhar.
Eu: ah ta, eu tinha ido ligar o alarme, e dar uma olhada, sempre sobra pra mim, sou sempre explorado.
Léo: ( sorriu para mim ) notei mesmo que vc da duro, todo dia ta trabalhando, alem de estudar ainda, leke trabalhador mesmo.
Eu to sem graça, fiquei vermelho com os elogios dele.
Eu: que nada, apenas retribuo um pouco do que meu pais fazem por mim.
Conversamos um pouco mais e eu subi para casa, queria mesmo era ficar conversando com léo e admirando aquele belo machão, subi e bati uma bem gostosa pensando nele.
Seu miguel acabou ficando mais tempo afastado do que imaginava, e léo teve que ficar em seu lugar por todo esse tempo.
Na sexta feira a noite fui numa festinha, tomei uns goles a mais, e vim para casa a pé, era bem perto de casa, uns 10 minutos andando, era quase meia noite, cheguei e fui direto onde léo estava.
Eu: eita rapaz que trabalha bonito. ( me ensinuando )
Léo: e ai patrick tranqüilo?
Eu: tudo sim, acabei de chegar.
Léo: bebeu né muleque ?
Eu: nada só um pouquinho.
Fiquei lá alguns minutinhos com ele, e disse que tinha que trocar de roupa, tava muito calor lá. Subi minha mãe ainda estava acordando, acho que me esperando rsrs, fui para meu quarto, coloquei uma bermuda de dormir e uma regata branca, passei pela sala dei um beijo de boa noite em minha mãe e disse que ia ativar o alarme e pegar um sorte, pois estava bem calor, minha mãe disse que já ia se deitar, que estava cansada.
Desci ativei o alarme, peguei um picolé e fui para a área de produção.
Léo: ingerindo glicose né muleque?
Eu: ahan, ta muito quente né ?
Léo: imagina aqui, muito quente mesmo.
Eu: quer um pouco ? ( do picolé tablito que eu estava chupando)
Léo: não mas obrigado, pode me dar choque térmico saca?
Eu: é mesmo vc esta quente né?
Ele entendeu a piadinha e sorriu para mim. Não sei se movido pelo álcool ou pelo tezão que tinha por léo desde a primeira vez que tinha visto ele, eu estava me insinuando muito, o medo de estar fazendo algo impróprio nem me passava pela cabeça.
Fiquei lá um tempão, admirando e conversando com léo, ele estava bem ocupado nessa hora, mas me dava atenção sempre, do nada léo me chamou:
Léo: patrick já que esta aqui pode me ajudar aqui ?
Eu: ajudo sim, o que é ?
Léo: segure a escada para que eu possa subir e pegar algumas caixas.
Eu: tudo bem ajudo sim.
Léo subiu na escada e pegou algumas caixas, umas com doces, outras com um preparo para massa de bolo, entre suas tarefas noturnas estava a de deixar as coisas adiantadas para as pessoas que trabalhariam de manha. Eu segurava a escada, pegava as caixas que ele me alcançava e colocara no chão, sua cintura estava a meio metro de mim e consequentemente sua rola, não sei se por tezão ou por ainda estar sob o efeito do álcool eu baixei uma das caixas que ele me alcançou e fui com a mão direto no pau dele.
Léo: que isso patrick, o que ce ta fazendo?
Eu: ah léo foi mau, fiz merda, mas naum consigo me controlar quando estou perto de vc.
Léo: eu não sou viado patrick, mas conheço muleque que gosta de dar a bunda, faz tempo que notei que vc me olha diferente, mas achei que eu tava enganado.
Eu: não sou viadinho léo, mas te olho diferente mesmo, te desejo, penso em vc o tempo todo.
Léo: posso ter problemas com isso patrick, alem do meu trabalho vc ainda é muito moleque, não quero problemas cara, seus pais estão la em cima.
Eu: eu nunca iria te prejudicar léo, tudo que quero é vc, e meus pais tão dormindo faz tempo.
Nisso léo já tinha decido da escada e tava me olhando meio com raiva, ainda sem entender como o filho do patrão havia te passado a mão no pau. Havia um pequeno deposito que era bem próximo do banheiro, servia mais para os funcionários guardarem suas coisas pessoais, fazer um lanche, eu peguei léo pelo braço e puxei ele para dentro, e levei a mão novamente no pau dele, que estava bem mole, ele ainda tentou tirar a minha mão, mas não teve sucesso.
Movido pelo tezão e pela vontade que tinha de ter aquele macho gostoso todo para mim eu me ajoelhei e comecei a desabotoar seu uniforme ( era uma calça de tecido fino azul, bem fresquinha, devido as altas temperaturas que eles tinham que enfrentar ), quando baixei por inteira a calça, o pau dele já dava sinais de reação, bem meia bomba já, era um lindo pau, pelos aparadinhos, um saco lindo, comecei a punhetar ele, punheitei ele por um tempinho, nessa hora ele já não mais tentava me afastar e eu senti o pau dele já bem duro.
Léo: já que deixou meu pau assim agora vai chupar ele muleque, coloca meu pau na sua boca.
Eu: nem precisava pedir léo, sonhei com isso desde o primeiro dia.
Comecei dando uns beijos e fui passando a língua em sua base, era um belo pau, não muito grande, 16 ou 17 cm no maximo, mas era bem grossinho e bem retinho, alem de ter um gosto delicioso, eu havia chupado poucos paus, mas o gosto do pau de léo era um dos melhores que eu havia chupado. Notei que léo estava gostando.
Léo: coloca tudo na boa e cuidado com os dentes.
Eu de longe era um bom chupador naquela época, mas me esforçava muito para colocar tudo na boca, lambuza ele todo, pegava com a mão e batia na minha cara, mordia a base toda, lambia a cabeçona como fiz com o picolé minutos antes. Subia minha mão até o peito de léo, me levantei um pouquinho.
Eu: léo tira a sua camisa.
Léo: patrick é perigoso, tem certeza que seus pais estão dormindo?
Eu: tenho sim, meu pai não acorda nem por decreto léo, e minha mãe dorme que nem pedra.
Notei que ele se tranqüilizou mais, eu mesmo tirei a camisa dele, era um corpo másculo, de machão mesmo, sem pelos, ele estava muito quente, tentei dar um beijo em sua boca, a principio ele me afastou, forçou minha cabeça para baixo e me pos a mamar aquele pau de novo, dessa vez mais safado.
Léo: mama direito sem colocar os dentes sua putinha safada, se machucar meu pau te mato.
Isso me excitou mais ainda, eu colocava e tirava o pau da boca, chupava com tanta força que sentia ele pulsar em minha boca, nisso léo estava entregue ao momento, meu cuzinho piscava de tezão, queria muito aquele pau dentro de mim, mas deixei que léo tomasse a iniciativa, continuei mamando ele. Tinha uma mesinha nessa sala, ele se sentou, eu fiquei quase ajoelhado manando ele, sentia o gostinho da babinha que saia ainda em pequena quantidade da sua jeba, ele me puxa e coloca as duas mãos em minha bunda.
Léo: quero comer essa sua bundinha.
Eu: se for devagar eu deixo, nunca dei. ( usei a pouca malandragem que tinha )
Léo: vem aqui, deita na mesa.
Eu rapidamente obedeci e fui para a mesinha, ele me colocou deitado com a barriga encostada na mesa e tirou meu calção, depois minha cueca, e apertou mais ainda minha bundinha, deu uns tapas nela, isso me deixou mais louco ainda, enfiou um dedo em meu rabo, depois mais um, me fez um cunete delicioso, sua língua entrava e saia do meu cuzinho, eu me contorcia todo de prazer, sentia sua língua cada vez mais dentro de mim, assim ficou por alguns minutos. Me colocou de joelhos de novo e mandou que eu chupasse ele mais um pouco.
Foi em direção ao armário e enfiou a mão na mochila que ele levava todos os dias com as roupas pessoais e tirou preservativo.
Léo: sabe pelo menos colocar um preservativo muleque ?
Eu: posso tentar, faço tudo que vc mandar.
Léo abriu o preservativo e deu em minhas mãos, fui colocando bem devagarinho, tinha medo de colocar errado ( era a primeira vez que vestia o pau de um outro macho ), com a ajuda de léo coloquei o preservativo.
Léo: fica na posição que tava antes que vou meter em vc viadinho.
Eu: mas vai com cuidado ta?
Ele nada respondeu, eu fiquei na posição que ele mandou e senti a pau dele forçando meu buraquinho, não estava entrando, ele deu uma cuspida no pau e no meu cuzinho e forçou novamente, senti a cabeça ir invadindo meu cuzinho, mas ele não teve cuidado algum, socou tudo de uma vez, eu vi estrelas, e tentei afastar ele.
Léo: fica quieto que não vai doer mais.
Eu: esta doendo muito léo, por favor vai devagar.
Léo: queria rola e agora vai ter rola muleque.
Me colocou na posição de antes, como se eu fosse sua putinha, e não aliviou em nada, meteu novamente como toda a força e vigor de uma cara de 22 anos. Eu não me agüentava em dor, estava sendo rasgado literalmente, pensava em gritar de dor, mas se fosse gritar teria que gritar alto, pois realmente estava doendo, lagrimas saiam de meus olhos. Léo do nada parava a meteção quase insuportável e se senta em uma cadeira.
Léo: vem aqui muleque senta no meu pau.
Eu ainda com os olhos cheios de água fui obedecendo e ia me sentar com as costas viradas para ele, ele me disse:
Léo: senta olhando para mim, quero ver vc sofrer na vara muleque, é isso que queria não era?
Eu: ( sentindo medo) queria muito vc léo, mas pensei que ia ser diferente.
Léo: diferente em que muleque? Vai ganhar vara sim mas do meu jeito e sem reclamar ouviu.
Eu: tudo bem, vamos fazer do seu jeito.

Fui me sentando devagar em sua vara, pois ainda estava com o cu ardendo, ele pegou em meus ombros e me forçou novamente, vi estrelas, mandou que eu segurasse em seus ombros que cavalgasse em sua rola, obedeci, mesmo sentindo muita dor, ele ficou metendo o quanto quis, a dor até tinha ido embora, meteu meteu,, mandou eu mudar de posição varias vezes, me fudeu como se eu fosse mesmo uma puta, daquelas que o cara paga e manda ela fazer o que o cara quiser.
Depois de ter metido de todo jeito que quis, de ter me feito sua putinha em todos os sentidos, tirou seu pau ainda duraço do meu cuzinho que estava bem arrombado, mandou eu tirar a camisinha e mandou eu chupar.
Chupei como estava fazendo antes, estava meio chateado com ele por ele ter sido tão mal comigo, mas era impossível não sentir tezão chupando ele, quando senti que ele estava perto de gozar tirei o pau da boca.
Léo: por que parou de chupar muleque ?
Eu: vou bater até você gozar léo.
Léo: nem pensar vai me chupar até eu gozar viadinho.
Eu tentei afastar ele mas ele era bem maior que eu e mais forte também, eu nunca tinha deixado gozarem em minha boca.
Chupei léo por mais uns 5 minutos, até que senti minha boca sendo invadida pelo seu leite, mesmo estando com muita raiva engoli toda a porra que saiu de seu pau, e deixei eu pau limpinho. Foram 3 jatos fortes seguido de jatos menores, mas engoli tudinho, obedecendo o macho, fiquei com medo dele querer gozar me fudendo, rsrs.
Léo colocou suas roupas e voltou ao trabalho normalmente como se nada tivesse acontecido. Eu coloquei minhas roupas e corri para meu quarto, bati uma bem gostosa pensando em como eu queria que a foda tivesse sido e dormi.
Acordei no outro dia com o cuzinho ardendo muito, foi difícil disfarçar, nem podia sentar mesmo.

Semana que vem conto sobre minha segunda e ultima foda com o louco do léo.
Me enganei muito com aquele cara, só tinha cara de anjo, no fundo era um diabinho safado e malvado.


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Comentários


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Comentou em 03/08/2014

Quando vai postar o próximo? Quero muito ver como a história termina. Você disse que postaria há um mês atrás...




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Ficha do conto

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patrickikk

Nome do conto:
O AJUDANTE DE PADEIRO

Codigo do conto:
49623

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/07/2014

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0


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