Uma tia; um sobrinho...


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Moro sozinha por opção. Gosto de minha liberdade. De minhas vadiagens... Faço o que quero, vou onde quero, volto quando quero... Ninguém para me controlar.
Tenho um irmão que mora na cidade, mas graças a Deus em outro bairro e bem distante. De vez em quando vou para lá e passo o final de semana com eles. Tem uma boa casa, confortável e uma bela piscina.
Numa destas tardes, aproximação de feriadão de quatro dias, fui passar com eles com a intenção de me bronzear um pouco e foi quando notei meu sobrinho. Desligada não havia percebido o tanto que havia crescido. Estávamos todos a nadar e a nos divertir. E foi nestas brincadeiras que notei, numa saída de meu sobrinho de dentro d’água, o montinho em alto-relevo em sua sunguinha apertada. Menino! Aquilo deveria esta num ponto delicioso. Não devia nem estar “de vez”... Deveria já estar “madurinho”, pronto para ser colhido. Mesmo dentro d’água me excitei. Só não me molhei por que molhada já estava. Mas minha “rainha dos prazeres” se animou toda e até inchou e pulsou de desejo.
Uma daquelas ideias satânicas passou pela minha cabeça.
– Tarada! Recriminei-me.
Tentei me distrair aproveitando a tarde quente e a água deliciosa.
Mas estava difícil. Alguns petiscos foram trazidos para a beirada da piscina e sentados e espreguiçadeiras conversávamos alegremente. Mas eu preferia que meu sobrinho tivesse ido tocar a sunguinha... Molhada, mostrando o desenho em alto-relevo da sua fruta... Só me dava água na boca e pensamentos não próprios de uma tia. Tia, que diga de passagem, muito safada. Eu tinha a maior liberdade com meus sobrinhos e os tratava com todo carinho. Na piscina brincávamos de tudo. E nessas brincadeiras às vezes de agarrar um ao outro. Eu não perdia oportunidades de distraidamente “esbarrar” no montinho exibido de meu sobrinho.
Perdi a hora e acabou anoitecendo e eu sendo convidada para jantar e dormir aquela noite por lá. Uma parte de mim gritou alto: “– Não! Recuse”! Mas a outra, aquela do chifrinho e de rabinho, cutucou–me com seu tridente, e ganhou a parada: “– Deixe de ser boba... Fique... A noite promete”!
Eu usava um biquíni minúsculo e deparei–me várias vezes com meu sobrinho a me dar olhadas disfarçadas, mas indiscretas. Se eu, como tia, estava pensando em coisas erradas, ele, como sobrinho estava na mesma linha.
Aproximando–se a hora do jantar e já escuro somente com as luzes externas acessas coincidiu d’eu ficar só com meu sobrinho. Esfriava e tive a oportunidade de me exibir para ele. Meio de lado tirei o sutiã e coloquei uma blusa. Não era cego e mesmo quase na penumbra sei que vislumbrou meus seios apesar de pequenos. Fingi naturalidade e o abracei para irmos juntos ao jantar.
Ainda ficamos a conversar até tarde, mas por fim, o relaxamento e cansaço conseguidos com as brincadeiras na piscina, à tarde, nos levaram todos a nos aprontar para ir para a cama.
Fui para o quarto de hospedes. Um quarto que ficava ao lado do quarto de meu sobrinho. Saber que ele estava ali do lado. Separados por somente uma parede e não conseguindo tirar da cabeça aquela fruta de vez, pronta para ser testada para ver se até já não estava madura, me deixava louca. E louca perdi o sono.
O tempo correu e a casa entrou num silencio sepulcral.
Era uma loucura o que estava me atormentando, mas eu tinha de fazê–lo.
Levantei, somente de camisola por cima do corpo e fui abrir a minha porta. Se me vissem teria como desculpa ir até a cozinha em busca de água. Só não saberia explicar a transparência de minha camisola mostrando eu sem calcinha.
Mas ninguém deu sinal de vida. Fechei minha porta e fui pra a frente da porta do quarto de meu sobrinho. Fiquei a escutar um pouco. Silêncio total. Com movimentos lentos, quase imperceptíveis rodei maçaneta e a porta do quarto de meu sobrinho se abriu. La dentro uma penumbra produzida pela entrada de luz externa através da cortina. Caminhei, depois de fechar a porta, do mesmo modo, sem ruído, e fui até a cama de meu sobrinho. Calmo, suavemente já dormia. Com o dorso nu; somente com a calça do pijama. Um pensamento cruzou meu cérebro: – Esse ele fosse gay? Nossa! Seria um vexame inexplicável da minha parte se ele começasse a gritar... Como explicar o que estaria fazendo no quarto? Pensei um pouco e resolvi a questão. Eu poderia dizer que o ouvi gritar e vim socorrê-lo de um pesadelo que estaria tendo...
Mas isto tudo era somente imaginação minha.
Passei a mão pelo seu peito nu. Tão leve que ele não acordou. Alisei sua barriga... Parecia até que estava gostando. Desci mais e fui alisar a sua área de prazer... Êta... Montinho gostoso! Fiquei alisando ali, sentindo cada pedacinho do que havia por dentro da calça de pijama. E nisso meu sobrinho acordou. Meio tonto, meio sem entender o que estava acontecendo...
– Psiu! Eu disse. É titia fazendo carinho.
Ele realmente, assim de chofre, realmente não entendeu. Acho até que não sentiu de imediato, minha mão acariciando seu passarinho. Mas de uma coisa eu começava a ter certeza: estava começando a gostar dos carinhos da titia.
Deu um suspiro forte e embarcou na aventura. Acho que pagou para ver. Mas a mim só interessava que ele embarcasse na “minha” viagem.
Voltei a acariciar seu dorso nu. Só que agora além de alisar, dava também beijinhos... Ao beijar seus mamilos senti–o a se arrepiar. Não se mexia. Na penumbra dava pra notar a sua vergonha, sua sem graceza, sua falta de prática. Eu acertara: a fruta estava de vez, pronta para amadurecer e ser colhida. Esta constatação me fez ficar com mais Tsão ainda em meu sobrinho.
Enquanto acariciava seu dorso com a boca e com a língua, ia me aproximando cada vez mais da sua área de prazer... E por fim a tinha na mão. Um montinho mole, nervoso, que nem dava para distinguir a mangueirinha do saquinho.
Enfiei a mão por dentro da calça do pijama... E não é que o danadinho estava só com a calça. Foi melhor do que eu esperava. Rapidamente, sem mais nada a atrapalhar em tinha na minha mão todo aquele ninho e seu passarinho. Delicadamente fui acariciando–o e gostosamente sentindo o despertar, esticar, endurecer. De repente se distinguia a mangueirinha do saquinho. Abaixei–lhe a calça e meu sobrinho ajudou em ficar livre dela. Era uma sensação adorável senti–lo completamente nu. Passei a mãos por todo seu corpo, e cada vez que lhe tocava o mastro duro sentia um choque pelo meu corpo. Mentalmente o imaginei. Quanto será que media? Uns vinte centímetros. De circunferência ocupava minha mão inteira. Não tenho a mão muito grande, mas daria para segurar algo em torno de uns dois centímetros e meio. Aprovei a “grossura”.

Bati–lhe uma punheta. Ele suspirava e se deliciava com aquilo. Mas o deixei doido mesmo foi quando lhe abocanhei o pinto. De imediato se assustou, mas o Tsão que já sentia não lhe dava mais o direito de se acovardar perante alguma coisa. Para não assustá–lo não deixei que meus dentes inicialmente tocassem seu mastrozinho, somente os lábios e a língua. Mastrozinho como apelido carinhoso, pois de ‘mastrozinho’ não tinha nada. Sou pequena e, como já disse, minha mão é pequena, mas era raro não dar para dar a volta segurando um pinto. Coisa que eu adoro: segurar um pinto... Mas aquele, o pinto de meu sobrinho, era dos que mal dava para eu conseguir fechar a mão em torno dele.
Ele respirava forte e já ficava jogando a cabeça de um lado para outro e molhando os lábios com a língua. Peguei–lhe a mão e coloquei em minha boceta esfregando–a mostrando–lhe como era para fazer. Poucos segundo depois não precisou mais auxiliá–lo. Sozinho acariciava minha boceta... Meio desajeitadamente, mas gostosamente.
Eu era um Tsão só. Ter na mão uma fruta sendo colhida pela primeira vez... Era demais. Eu tinha era de tomar cuidado pra não assustar a presa. Dediquei-me a chupá–lo enquanto ele acariciava minha boceta dentro de sua inexperiência e nervosismo. Sugava–o cada vez mais forte. Acostumado que deveria estar a bater centenas de punhetas não demoraria logo a gozar.
E assim foi. Logo senti na boca os primeiros gostinhos de sua porra e as primeiras contrações de seu pinto.
Contrações que se transformaram em ejaculações fortes, abundantes. Queria tudo pra mim, mas era muito e deixei escapar um pouco. Meu sobrinho gozava intensamente abafando seus gemidos e grunhidos com o travesseiro...
Deixei–o ir até o final. Quando terminou comecei a limpá–lo lambendo se pinto e região. Ele tinha se esgotado tanto que nem se mexia. Por fim, já percebendo o seu ressonar, o deixei e voltei para meu quarto. Já na cama me masturbei, gozei e dormi.
Dia seguinte todos acordaram tarde. Meu sobrinho ao cruzar comigo pela casa ficou meio sem jeito, mas eu logo sanei o problema brincando com ele, abraçando–o como sempre fazia. Antes do almoço jogamos–nos todos na piscina em brincadeiras mil. Aproveitando uma oportunidade, passei escondida pela água, a mão no motinho de prazer de meu sobrinho e rapidamente segredei ao seu ouvido: “– Hoje a noite tem mais”... Ele ficou vermelho, mas por dentro sei que o que eu disse tinha–lhe agradado.
À noite, esperei todos dormirem. Sai de meu quarto e fui para o quarto de meu sobrinho. Ela ainda não dormia. Esperando–me? Acho que sim, pois tinha o corpo coberto por um fino lençol que logo vim a descobrir que não se cobria, ou vestia com qualquer outra coisa por baixo. Desajeitado, sem prática, mas muito safadinho, meu sobrinho... Sentei a seu lado e devagar, fazendo suspense, fui removendo o lençol. Aquele corpo juvenil. Completamente nu, era como ópio para mim. Sem pressa passava minha mão por todo ele sentindo todo o seu calor. Eu também havia me prevenido e para lhe mostrar retirei a camisola. Nada por baixo. Nua diante de um sobrinho gostoso todo nu. O Tsão me subia pelas pernas até o último fiapo de cabelo. Ele me olhava.
Tomou coragem e levou sua mão a alisar minhas cochas. Dei–lhe o troco e fui direto a sei mastrozinho, duro apontando o teto. Acariciava–o fechado em minha mão. Passava o dedão no buraquinho macio esperando a gotinha promissora. E ela veio. Lambi–a antes de abocanhar aquela cabeça vermelha, quase rocha. Meu sobrinho deu uma respirada funda enchendo os pulmões.
Abri–lhe as pernas e acariciei seu saquinho enquanto mamava seu mastrinho.
Ele suspirava e se entregava. Aquela seria outra noite rápida. Eu sabia. E sem muito esperar, subi à cama. Ficando em pé, posicionei seu corpo entre minhas pernas e... Fui descendo devagar, agachando sobre seu pinto, para ele assistir e mais crescer seu Tsão.
Ele estremeceu quando a cabeça de seu pinto encostou-se à minha boceta. Todo ele tremia de emoção e de prazer. No fundo eu sabia que ele tinha também um pequeno receio de não dar conta – coisa de machinhos. Coisa que eu daria um jeito sem dúvidas... Mas não o deixei ficar a pensar muito tempo nisso. Levei a mão peguei seu pinto – um pinto duro como eu nunca vira – e o orientei à minha caverninha de prazer.
Prazer foi sentir aquele caralho entrando em mim.
Querendo aproveitar ao máximo, fui deixando, controlando com o peso de meu corpo, ser penetrada bem devagar. Eu estaria a saciar–me lentamente e meu sobrinho também.
Ao sentir todo ele dentro de mim, soergui–me e o cavalguei enquanto alisava seu peito e fazia carinhos em seus mamilos. Meu Tsão era alto. Tao alto como eu nunca sentira.
Fiz–lhe jogar os braços para trás fazendo com que ele conseguisse relaxamento máximo e se satisfizesse também ao máximo.
Meu sobrinho gemia de prazer. Em dado momento, não se aguentando, e retesando o corpo como se espreguiçasse, se expressou: “– Tia”!!!
Como em cima de um cavalinho a trote. Eu subia e descia e eu lhe dava prazer.
Mas eu precisava deixar–lhe solto para soltar seus desejos.
Saí de cima dele e deitei–me trazendo–o para cima de mim. Abri bem as pernas e o encaixei no vão. A inexperiência dele ainda se fazia presente. Peguei seu pinto, perdido pelo caminho, e o orientei enfiando em mim. Ele agora dominava a situação... E se saiu bem. Num instantinho estava a bombar–me a xana. Movimentos de vaivéns que me levavam a insanidade.
E foi aí, no meio de todo o meu Tsão que meu sobrinho me surpreendeu.
Retirou devagar, com carinho, seu pinto de dentro de mim. Acariciou e mamou meus seios e mamilos. Com sua boca quente, macia, gostosa e sua língua úmida foi me acariciando pela barriga afora. Passou pelo meu baixo–ventre e chegou lá... No meu clitóris, início do meu reguinho da xana.
Não acreditei que ele iria fazer o que fez... Uma lambida calma, molhada, lenta, antes de colocar meu clitóris dentro de sua boca quente e sugá–lo.
Meus lábios se ressecaram, o ar sumiu, coração batia descontrolado, forte, não conseguia parar de jogar a cabeça de uma lado para outro em profundo gozo. Meu corpo era uma cobra em movimentos ondulatórios. Acho que se não agisse assim, morreria de tanto Tsão. Era demais... E olha que eu já havia sido chupada centenas de vezes... Mas aquela chupada... “– Onde aprendera”? Pensei. Depois ficaria sabendo por ele que fora assistindo a vídeos pornográficos para se excitar e depois gozar em belas e gostosas punhetas.
Chupou-me, mamou meu clitóris até me deixar num estado lastimável... Eu daria para uns dez caras, um atrás do outro, para apagar todo aquele meu Tsão.
Não precisou. Meu sobrinho voltou a deitar por cima de mim e, agora, sem necessidade de minha intervenção, me penetrou forte, rápido, com força. Joguei minhas pernas e o abracei pela cintura com elas. Seu pinto entrou mais ainda... E lá dentro, bem no fundo de minha caverninha, a inundou com todo seu gozo.
As golfadas eram intensas e sua porra quente. Meus mamilos se eriçaram. Os músculos de minha vagina se contraíram e explodi num gozo fenomenal. Entramos numa sincronia de prazeres. Seu pinto aumentava de volume e ejaculava dentro de mim. Minha vagina se contraia e apertava o pinto de meu sobrinho para espremer a sua porra e mamá–la.
Impossível saber quanto tempo gozamos assim. Mas quando por fim paramos estávamos molhados de suor e extremamente exaustos. Perigosamente, dormi ao lado dele naquela noite. Acho que a preocupação foi quem me acordou a tempo de ir para meu quarto antes da casa acordar.
Como a família sempre soube do meu amor de tia pelo meu sobrinho, não foi difícil daí em diante ele passar finais de semana comigo.
Muita coisa mudou, mas até hoje, em nossos encontros, só sabemos e queremos meter o tempo todo. Adoro meu sobrinho.


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Comentários


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rocardsp Comentou em 18/05/2015

Sobrinho sortudo uma tia assim hummm

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Soninha88 Comentou em 26/03/2015

delícia de conto, muito bom, fiquei molhadinha...amei e votei...bjs

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apeduardo Comentou em 26/03/2015

Delicia de conto, com uma tia dessas até eu quero estrear novamente. Apenas uma crítica, poderia ter ilustrado o conto com algumas imagens suas. No mais parabéns adorei seu trabalho.

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novinho taradao Comentou em 26/03/2015

maravilhoso conto muito bem escrito, me deixou com muito tesão, ta precisando de outro primo ? rsrs bjos na bucetinha!

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antoniolobo Comentou em 26/03/2015

Nota 10! Muito bom!

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anjo discreto Comentou em 25/03/2015

Nossa, sem palavras pra descrever o tesao que estou sentindo. Delicia de conto! Bjs

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henriqueadvsp Comentou em 25/03/2015

excelente, votado

foto perfil usuario boxboxbox

boxboxbox Comentou em 25/03/2015

Adorei o seu conto. Votei




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Ficha do conto

Foto Perfil traviesa
traviesa

Nome do conto:
Uma tia; um sobrinho...

Codigo do conto:
62581

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/03/2015

Quant.de Votos:
17

Quant.de Fotos:
0


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