Conhecendo o Brasil - Rio de Janeiro Part. 01/02


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Olá, estou de volta...

Dessa vez no Rio, um lugar que me trouxe ótimas experiências e algumas lembranças ruins também rsrs, desde que cheguei ao Brasil nunca tinha sido assaltada, mas quando pus os pés no calçadão do Copacabana um trombadinha levou minha bolsa, oh céus, quase chorei nesse dia, mas graças aquele garotinho sem vergonha conheci um policial que me “salvou” e conheci também um ótimo contato que me ajudou a exercer minha profissão nas mais badaladas festas do Brasil e alimentar um pouco do meu vicio (sexo e dinheiro). Como foi isso? Vamos lá que eu te conto.

Depois que sai da delegacia pra prestar depoimento e fazer tudo que tinha sido feito acabei tendo que pegar carona com o policial Marcos que saia do seu turno e gentilmente me ofereceu uma carona, ele me deixou no hotel onde minha melhor amiga, Thathia me esperava, no próximo conto falarei mais sobre ela.

Na manhã seguinte...

- Senhorita LaRue, você tem visita!

- Quem é moço?

- Um jovem chamado Marcos!

- Marcos? Eu não convidei ninguém.

- Senhorita ele é um policial. – disse o pobre recepcionista achando que eu era uma criminosa.

- Ah sim, deixo-o subir, é que fui assaltada ontem e ele me ajudou.

- Sim senhorita! – disse ele “suba ao 3 andar, apartamento 98” ouvi ele balbuciar.

De repente Marcos estava a minha porta. Atendi, eu estava sozinha porque Thathia tinha ido tomar café primeiro no salão do hotel.

- Oi, o que faz aqui? – perguntei educadamente.

- Bem, achamos seu celular e sua bolsa, não havia dinheiro – disse ele balançando minha clutch - imagino que não tenha trazido a nota fiscal do seu celular então consegui pegar ele pra você antes que fosse as mãos do escrivão.

Dei pulos de alegria.

- Como descobriu que esse era meu celular? E minha bolsa?

- Bem, a bolsa me parece cara, e tem uma etiqueta com o “produzida na França” e sua foto na tela indica que esse celular é seu.

- É verdade, eu fico muito grata. Queria poder recompensar!

- Não foi nada, eu tenho que ir. Meu plantão começa agora. Passar bem. E cuidado!

- Terei, pode deixar. Porque não toma pelo menos um suco? – falei mostrando meu café junto a mesinha de estudo que o hotel disponibiliza para seus hospedes!

- Um suco? É, acho que posso!

Conversamos enquanto ele comia panquecas e bebia o terceiro copo de suco.

- Veio sozinha para o Rio?

- Não, to com uma amiga! Ela ta lá embaixo! – falei colocando uma colher de panquecas embebidas em mel.

E como uma criança me sujei, não foi charme, eu sempre dou essas mancadas, o mel grudou nos meus lábios e ele tirou com os dedos antes que sujasse meu queixo.

O toque de sua mão forte, máscula, e o olhar quente foi meio intimidador, me senti tentada. Ele era um moreno de mais ou menos um e oitenta de altura, forte, tinha uma tatuagem belíssima que tomava o braço inteiro e metade do peito e tórax, olhos cor de mel, boca vermelha e carnuda, sorriso reluzente.

Ri desconcertada e ao mesmo tempo excitada! Meus olhos evidenciavam as minhas segundas intenções com aquele homem. Ele riu baixinho e de forma sínica.

- Eu devo mesmo ir. – falou levantando

- Certo, eu levo você até a porta! E mais uma vez obrigada! – falei sorrindo e me pondo a sua frente.

Sentia seus olhos varrendo meu corpo, eu vestia um fino vestido de tecido leve, preto, até a altura do joelho e de alças finas, meus cabelos estavam presos por um coque desajeitado e eu estava descalça.

De repente ele me pegou pela cintura e me encostou na parede. De costas pra ele.

- Diz que não é isso que você quer? – sussurrou em meu ouvido.

Não pude conter, eu com meus incríveis um metro e cinquenta e cinco, presa nas mãos daquele homem que se curvava me empurrando contra a sólida parede que me impedia até de virar o pescoço falando daquele jeito, “oh céus, é claro que eu te quero” pensei, mas da minha boca só saiu um “han” sufocado e cheio de desejo. Ele me pôs em cima de uma mesinha perto da porta, um aparador que tinha um vaso com orquídeas roxas, ele tirou cuidadosamente pôs no chão longe da gente, tirou meu vestido revelando minha simples lingerie preta, ajudei-o a tirar seu uniforme, mas confesso que estava amando ver ele uniformizado, era incrivelmente sexy, quando se despiu vi sua tatuagem por completo, sua barriga sarada e a cor radiante do bronzeado natural do carioca, puxei sua boca pra minha e minhas mãos trabalhavam em seu corpo.

Ele tateou por sua calça sem tirar sua boca da minha, segundo depois o senti dentro de mim, de uma vez só!

- Ahhhhhhhhh – gemi mordendo os lábios e colocando as mãos em seu peito definido, fechei os olhos e encostei a cabeça na parede dando a ele livre acesso ao meu pescoço.

Ele arfou, e começou os movimentos, - e que movimentos – era forte, grosso, longo, sentia tocar minha alma de tão gostoso que era aquele homem explodindo em estocadas violentas e macias, suaves e quentes, era um misto de “me joga na cama e não continua aqui que ta bom” até que minha garganta resolveu colaborar comigo e eu disse:

- A cama – seguida de um – ahhhhhhhhhhhhhhhhiiii!

Ele meteu mais forte e me segurou penas coxas, me deitou na cama e continuamos na horizontal, “que delícia” eu pensava, mas eu não conseguia falar porque sua língua quente estava invadindo deliciosamente minha boca, e se posso acrescentar, tudo que eu queria era gozar com ele me beijando e seu longo, grosso, forte, delicioso pau dentro de mim. Ele liberou minha boca e riu maliciosamente pra mim.

- Ne vous arrêtez pás, vous êtes divine! Allez! – sussurrei quase sufocando de desejo, quando ele me beijou de novo e fez mais rápido – vonloté...


Pronto, estava feito, eu tinha chegado lá. Um orgasmo enlouquecedor, ele estava com sua boca em meu pescoço, seu membro rígido ainda me penetrava, sem me sentir cravei minhas unhas em suas costas, mordi seu ombro e:


- Annnhhhhhhhhh! Annnnhhhhhhhhhhh! Oh mon dieu, c'était merveilleux.


Ele riu e deitou ao meu lado! Sei que ele não entendeu nada do que eu falei, mas ele havia sussurrado em meu ouvido que queria me ouvir falando francês numa voz mais safada, como nos filmes eróticos!

Vi o liquido espesso na camisinha, “fantastique” pensei, meu relógio de mesa apitou, ele virou rápido! Eram dez da manhã.

- Droga, atrasado uma hora e meia! Hoje perco a cabeça! – ele disse levantando apressado.

Ele tinha que trabalhar! Se vestiu tão rápido que só deu tempo de lhe dar um copo de água antes de sair.

- Não quer tomar uma ducha? – perguntei.

- Eu adoraria, mas eu preciso chegar no trabalho, ou estou ferrado! – me beijou e eu abri a porta.

Thathia entrava no quarto neste minuto, ele riu pra mim e se foi!

- Liz, o que é isso?

- Um homem Thathia! Um ano fora do cabaré e você já esqueceu?

- Eu sei sua louca! Mas aqui? Você disse que era uma viagem pra descansar!

- Thathia, fiquei com um em São Paulo também, você nem soube, e ele, bem, ele foi brinde! É o policial que me ajudou! E quer saber, hoje à noite vamos pra balada! E lá quero ficar com outro, ou outros!

- Liz, isso é loucura! Porque não faz como eu?

- Thathia, super aprovo sua vontade de largar a vida de cortesã, mas eu, eu sempre fiz por prazer!

- Louca, era a única naquele hospício que nunca quis largar essa vida!

- Engano seu! Mas isso eu te conto depois! Vou banhar! – falei sorrindo e beijando ela no rosto.

Vamos pra balada comigo? Te aguardo no próximo conto!


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Comentários


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Comentou em 10/05/2015

Que delicia, como queria ser este policial. Votado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conhecendo o Brasil - Rio de Janeiro Part. 01/02

Codigo do conto:
64747

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/05/2015

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0


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