Até pelada pareço meu pai, disse a filha do patrão

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Meu nome é Geriadre, é um pouco estranho mas acostumei com meu nome, ele é uma combinação dos nomes dos meus avós: Getúlio, Ricardo, Adélia e Renata. Algumas pessoas acham que sou estranha, pois sou muito calada. Minha mãe acha que herdei isso da família do meu pai. Eram caretas e “da roça” dizia ela. Diferente dos meus irmãos, que são tagarelas e cheio de amigos. Cresci ouvindo as pessoas comentarem a minha semelhança com meu pai. Dizem que sou a cara e o focinho dele, uma versão feminina.
Eu fui criada numa igreja muito tradicional. Depois de moça meus pais mudaram o relacionamento e ninguém sabia. Meus pais não dormiam no mesmo quarto, nem falavam nada sobre isso. Eu tinha certeza que alguma coisa estava errada embora até hoje eu não saiba o quê. Em parte imaginava que eles não se separavam por causa da igreja, meu pai tinha um cargo que exercia há quase 20 anos. Também por causa da sociedade, pois meus pais são muito conservadores e acham que casamento é um só. Pra vida inteira. Meus irmãos chegaram a comentar sobre isso, mas tínhamos muito respeito e medo de perguntar.
Durante o período de “separação” os comentários da minha mãe tornaram-se mais zombeteiros. As vezes, pensava que ela fazia isso pra me deixar nervosa. Isso me entristecia a ponto de ficar louca pra achar um rapaz legal e me casar. Para isso eu tinha um peso: não era bonita e a minha timidez me deixava atrás de todas as moças do conjunto de jovens. As outras moças namoravam, casavam. Os rapazes mexiam com elas, mas nunca comigo. Para piorar as coisas perdi a virgindade com um rapaz da igreja. Foi uma idiotice minha pois nem me passava na cabeça casar com ele. Depois disso era difícil ouvir os comentários das pessoas zombarem dele por ter ficado comigo. Mas perder a virgindade serviu ao menos para duas coisas: trabalhar fora de casa, coisa que meus pais não aceitavam; e o apoio do meu pai, coisa que jamais podia esperar. Pela vontade da minha mãe eu teria ido embora de casa. Meu pai segurou as pontas. Fiquei. Dali em diante, eu mesma pagaria as minhas próprias contas, afinal “já era mulher e não queriam criar uma filha puta”.
Trabalhei alguns dias em um supermercado. Ganhava pouco e trabalhava muito. Um certo dia depois do culto, justamente alguns dias depois de voltar a comunhão, um senhor meio branco veio falar comigo. Resumo da história, um irmão da igreja tinha-me indicado e por isso veio me fazer uma proposta de emprego difícil de recusar e eu aceitei.
Mas esse trabalho ficava um pouco distante de casa, e por isso algumas vezes tinha que esperar meu pai me buscar. Cerca de dois meses depois a empresa ganhou um novo sócio. Ele apareceu um dia, chamava-se Túlio. Pelos meus cálculos tinha 1,85 de altura, devia pesar uns 90 quilos ou mais. Nesse dia meu pai veio me buscar, e meu novo patrão passou quase uma hora conversando com ele. Por incrível que pareça, o que mais chamou a atenção do meu patrão foi o fato de ser tão parecida com meu pai. Voltamos pra casa, meu pai tinha gostado da simplicidade do senhor Túlio, ao contrário do gerente que mal o saudava.
Alguns dias depois conheci uma moça chamada Melissa. Era loira branquela de cabelo ondulado, de olhos esverdeados, falsa-magra e com cerca de 1,65 de altura. Era filha do seu Túlio. Tinha 27 anos. Era enfermeira. Tinha vindo apenas conhecer a empresa. Tinha ouvido falar de mim. Tinha ouvido falar que eu era a cara e o focinho do meu pai.
Alguns dias depois Melissa me ligou. Disse que queria muito ser minha amiga e me conhecer. Queria que meu pai me levasse até o restaurante que ela tinha marcado, e ficou muito feliz porque fiz como ela pediu. Esse encontro foi monótono. Ela falava, perguntava e eu respondia. Como já disse: sou muito calada. Mas entre tantas perguntas acabei deixando ela saber da vida estranha que meus pais viviam, da minha tristeza com minha mãe. Ela, por fim, segredou que em sua casa não era muito diferente, e pelos vistos sua mãe tinha o mesmo desapreço por ela. Conversa vai e conversa vem, ela disse que queria muito um encontro comigo e meu pai. Quando meu pai reapareceu ela reafirmou o desejo. Ficou de marcar comigo um novo encontro.
Duas semanas depois foi o segundo encontro. Dessa vez meu pai iria junto. Ao chegar perguntou-nos se podia nos levar a um lugar diferente. Concordamos. Mas não sabíamos onde. Ela advertiu que seria um lugar muito diferente. Aceitamos. Ninguém no carro disse alguma coisa quando ela enfiou o carro dentro de um motel. Lá dentro, com o portão se abaixando meu pai perguntou que lugar era aquele. Ela sorriu e respondeu:
__apenas um lugar que ninguém precisa saber que a gente veio.
Descemos do carro, ela elogiou-me. Não sei porque se agradava assim de mim. Não sou bonita e sei disso. Aquele quarto cheio de espelhos era um mundo diferente. Eu estava calada. Meu pai calado. Melissa conversava, perguntava. Nós respondíamos. Depois de alguns minutos ela me surpreendeu. Coisa que eu nunca esperava. Ela precisou repetir pra que eu entendesse o que realmente estava dizendo isso:
__ai seu Agenor, eu tenho uma curiosidade sobre vocês dois. A Geriadre é sua cara. Chega-me dar uma impressão. Eu fiquei pensando como será vocês dois pelados.
Foi um silêncio total. Fiquei de cabeça baixa, não pude ver a feição do meu pai, nem da Melissa.
__Gê eu sou sua amiga, viu amiga? É só uma curiosidade. Gosto muito de vocês dois.
Balancei a cabeça afirmando que “estava tudo bem”. Meu pai me olhava. Tudo parecia estar estranho nesse momento. Nunca esperei que alguém falasse dessa forma na frente dele.
__eim seu Agenor, o senhor ficou brabo?
__porque ficar brabo? Não tem de quê.
__Já falei. Só queria ver vocês dois pelados. Vocês são tão parecidos. Nossa!
O quarto voltou a ficar em silêncio. Melissa se levantou e foi ao banheiro. Fiquei calada, não sabia pensar em mais nada. Dava pra ouvir a respiração do meu pai.
__Filha você ouviu ela?
__ela é meio doidinha.
Voltou o silêncio. Ouvi quando ela abriu a torneira pra lavar as mãos.
__e ai minha filha?
__o que pai?
A cara do meu pai parecia de menino querendo pedir alguma coisa. Cismei que ele aceitou ideia. Não sei porque não fiquei desapontada. Cheguei a me sentir mais confiante com essa atitude inesperada.
__ela tá voltando, e ai?
__o senhor que sabe… Pai… fala ai…
Ela abriu a porta, sorridente.
__então meus amores, pensaram no meu pedido?
__fala com a Geriadre. Ela que sabe.
__e ai amiga?...
Ela estava com as mãos na cintura, como quem esperasse o meu sim. Mas eu fiz o mesmo. Joguei pra cima do meu pai.
__Ele que sabe… meu pai que sabe.
Ela olhou pra ele.
__ai gente, que isso? Só ficar pelada perto de mim não tem nada. Eu fico pelada perto do meu pai. Nada a ver… prometo que vou recompensar vocês depois.
__você vai ficar pelada também?
A pergunta foi do meu pai. Melissa respondeu no ato.
__fico… mas vocês tem que ficar também.
Demos ainda algumas conversas perdidas. Mas daqui em diante foi em coro. Primeiro Melissa tirou a blusinha. Eu tirei a minha. Em seguida meu pai tirou a camisa. Ela lembrou que tínhamos feito a primeira parte. Veio a segunda, agora mais complexa. Ela tirou a calça, eu tirei a saia, meu pai tirou a calça. Ela se dirigiu a mim.
__agora o sutiã. E seu pai tem sorte de não ter pra tirar né?
__ai chega. Já chega Melissa!
Respondi. Não que estivesse com vergonha, mas porque era o que devia responder. Mas me surpreendi.
__se o problema é porque homem não usa sutiã. A gente faz em baixo primeiro, viu dona Melissa?
__ai não me chama de dona. Tenho só 27 anos.
Melissa respondeu isso tirando a calcinha. Mal podia crer, mas uma mulher estava sem calcinha mostrando sua perereca lisinha pra mim e meu pai. Fiquei um pouco acanhada pois tinha rapado e deixado um bigodinho. Não tinha o hábito de me depilar toda. Na verdade passei a rapar depois que perdi a virgindade. Minha mente parecia estar voando, não estava ouvindo o que os dois estavam falando. Me despertei com meu pai segurando o pau grande e duro. Enorme que mal cabia nas suas duas mãos.
__anda minha filha!
Por alguns instantes não queria tirar. Senti vergonha. Mas acabei puxando a calcinha. Estava com ela chegando ao joelho e o telefone tocou. Era minha mãe. Enquanto ele falava, vesti a roupa toda. Melissa quis impedir, mas não podia falar alto. Tínhamos estado atrasados em duas horas. Tínhamos que ir. Melissa não tentou impedir. Sabia que tínhamos perdido muito tempo ali. Apenas agradeceu por termos confiado nela.
Desde esse dia as coisas mudaram um pouco. Em casa era um silêncio total. Parecia que não tinha acontecido nada. Mas ao mesmo tempo eu tinha vergonha de me encontrar com meu pai na frente da minha mãe, e por vezes até a presença do meu irmão me acusava. Quando o encontrava sozinho parecia que tudo ficava meio sem jeito. Percebi também que meu pai estava mais intruso. Ele não tinha o hábito de abrir a porta do meu quarto, e desde então ele abria esporadicamente. Mas em nenhuma vez me pegou de mal jeito. Comecei a policiar os momentos que ele fazia isso. Percebi que fazia sempre que não tinha ninguém por perto. O que ele queria? Talvez quisesse-me ver pelada. Senti vontade de me depilar. Pedi dinheiro para comprar uma coisa e ele me deu. Me depilei no salão pela primeira vez. Dois dias depois percebi que ele estava sozinho na cozinha. Entrei no banheiro e tomei um banho. Saí de toalha, fui a cozinha, bebi água. Entrei no quarto. Esperava que ele batesse na porta, que ele abrisse como fez algumas vezes. Não abriu. Nem bateu. Era um sábado. Dia de culto. Na igreja olhei meu pai, lembrei de Melissa mandando-nos ficar pelados. Ficamos. Estava no conjunto de jovens. Fui cantar no púlpito. Cantava mal. Com meu pai me olhando cantei pior ainda. Me sentia culpada por ter querido que ele me visse pelada durante a tarde. Fui dormir pensando nisso. Mas nada melhor que uma noite depois da outra. Na semana seguinte meu pai entrou de férias.
Na terça-feira fui surpreendida. Melissa apareceu no meu emprego. Me liberaram para ir com ela comprar algumas coisas. Era filha de um dos sócios, podia fazer isso. Esperava que ela dissesse alguma coisa. Mas ela não disse nada. Apenas perguntou sobre meu pai. Falei que estava de férias. Foi isso e só. Na sexta-feira ela reapareceu. Novamente me tirou do trabalho para passear. Não perguntou nada sobre meu pai. Não disse nada. Nessas duas vezes contei ao meu pai. Ele se interessou, mas eu não tinha nada pra contar além disso. Nesse mesmo dia ela me ligou a noite, disse que estava com vontade de ver meu pai. Queria dar-lhe um presente. Contei a ele, e ele se interessou pelo presente. No outro dia comuniquei que ele queria saber que presente era. Ela disse que marcaria um encontro, pessoalmente.
Faltavam quatro dias pro meu pai voltar ao trabalho. Naquele dia pedi dinheiro. Fui me depilar pela segunda vez. Dois dias depois Melissa chegou ao meu trabalho já perto do fim da tarde. Conversou com o gerente, depois conversou comigo. Por fim… Fui liberada mais cedo. Ela não me disse nada, só me prometeu deixar em casa. Fiquei surpresa quando ela parou o carro e meu pai apareceu de um banco de praça e entrou no carro.
__como você sabia que meu pai estava aqui?
__meu pai ligou pra ele vir aqui. Deixei ele esperando a gente aqui, sabe como é aquele pessoal da Jamarc né? Falam demais.
Como e desde quando seu Túlio tinha o telefone do meu pai, não sei. O certo é que a Melissa tinha-nos pegado outra vez. Eu até pressentia, ela queria terminar o que tínhamos feito aquele dia. Depois de alguns minutos ela entrou no mesmo motel. Pra cortar o silêncio que se fazia durante a entrada a garagem do motel, perguntei.
__já deu o presente pro meu pai?
__dei, foi meu pai que deu pra ele.
Meu pai me tocou e disse:
__ele me deu duzentos reais.
Para nós isso era um bom dinheiro. Fiquei feliz por isso…
__ele mandou pra você também Geriadre, amiga.
Ela me disse mandando tirar o dinheiro do porta-luvas. Comecei a pensar porque ela tinha feito isso. Não importava, eram duzentos reais. Aliás, quatrocentos. Duzentos pra cada. Nisso me vi com o carro parado dentro do motel. O quarto parecia o mesmo. Mas ela insistiu que não era. Todos sentados em cima da cama, por alguns minutos a conversa era de perguntas dela e respostas nossas. Eu me sentia pecando por estar ali, mas afinal os duzentos reais me davam um bom motivo pra continuar ali. Mas a intenção dela viria mais tarde…
__ai gente eu só trouxe vocês aqui porque aquele dia nem deu pra terminar a brincadeira. Sua mãe, aquela chata, ligou. Atrapalhou a gente.
Meu pai falou algumas coisas meio baralhadas. Nem eu entendi. Nem a Melissa, por fim nem ele soube se explicar.
__e aí Gê, vai ou não vai?
__eu tenho vergonha. A gente tem um costume mais conservador…
__gente eu vou ficar junto com vocês. Entenderam?
Todos ficaram calados. Depois de algumas conversas, de alguns minutos de silêncio ela puxou minha blusinha pra cima e eu deixei. Melissa tirou minha blusinha. Depois tirou a sua e simultaneamente a ela, meu pai tirou a camisa. Depois levantamos e juntos, todos tiraram a parte de baixo: eu a saia, ela o short e ele a calça.
__dá uma voltinha Gê!
Dei uma volta toda sem jeito. Ela aplaudiu, meu pai também.
__a calcinha ou o sutiã?
A pergunta foi pro meu pai. Com o dedo, ele apontou para a calcinha.
__vamos amiga. A calcinha tá? Juntas.
Sinalizei que sim, e tiramos. Depois meu pai tirou a cueca. Enquanto eu tirava o sutiã, agora pela primeira vez, a Melissa tirava o seu também. Na minha frente, meu pai estava pelado, segurando seu pau duro. Melissa com a buceta lisinha, inchada. Olhei pra baixo. Eu pelada, bucetinha lisinha. Não me sentia diminuída agora. Me senti mal por ter estado com pelinhos, mas agora eu estava de igual pra igual. Por outro lado… Que loucura? Porque isso estava acontecendo?
__nossa gente, vocês se parecem até no corpo.
Isso não me soava um elogio. Meu pai era homem, eu uma mulher. São corpos muito diferentes. Eu queria falar isso com ela, mas não consegui dizer nada.
__Gê, eu dou duzentos reais pra você, se me deixar filmar vocês dois.
Duzentos reais? Era um bom dinheiro. Fiz cara de “não posso”, mas aceitei sem titubear muito. Enquanto ela foi buscar a câmera no carro fiquei pensando no risco de deixar ela me filmar. Mas confiava nela. Ela se deixou ficar pelada também.
__minha filha sua mãe não pode ficar sabendo que a gente veio aqui… viu?
__claro pai. Tá doido?
Ela entrou sorrindo.
__estou muito feliz por vocês dois aceitarem. Gosto muito de vocês. Sabia gente?
Em seguida ela pediu pra dizer algumas coisas no início. Basicamente informações:
__eu sou Geriadre, tenho 21 anos de idade, e sou muito parecida com meu pai.
Meu pai disse quase o mesmo:
__eu sou Agenor, tenho 57 anos, sou o pai da Geriadre.
Em seguida veio as ordens e fizemos o que pedia.
__dá uma voltinha Geriadre… agora sua vez, seu Agenor… pega na mão do seu pai… agora diz pra ele: fuck me daddy.
__fuck me daddy.
__repete mais alto amiga:
__fuck me daddy.
__isso... agora sua vez seu Agenor. Diz pra ela: I will fuck you today.
Ele demorou pra repetir isso. Não sabíamos inglês. Eu sabia que era alguma coisa estranha, mas não sabia o que realmente significava. Ela desligou a câmera. Perguntei o que tínhamos falado. Ela disse que era uma frase legal. Mas não disse o quê.
__legal Gê, seus seios são bem claros.
__é por causa do sutiã.
__sem lápis, nem batom e você fica muito linda assim. Não acha seu Agenor?
Meu pai concordou. Gostei muito. Me sentia um pouco mais a vontade. Meus seios eram realmente mais claros, suas auréolas meio claras, eram da cor do peito do meu pai. Chego a pensar que meus seios eram da cor da bunda dele. Eu sou uma morena bem clara, com sinais evidentes do sol e das roupas que uso. Meus cabelos compridos viviam amarrados, mesmo aqui resisti ao apelo de Melissa, mantive-o preso.
__obrigada Melissa…
__gostei muito que aceitaram que eu gravasse vocês dois.
__mas amiga, não vai mostrar isso pra ninguém né?
__imagina. Tá doida? Vou excluir depois. Só quero comparar vocês dois.
Depois de alguns minutos de silêncio veio a proposta final.
__vocês deixam eu filmar mais uma vez?
__ai amiga…
__dessa vez eu pago duzentos pra cada um.
__eta filha?
Meu pai me olhava espantado. Percebi que ele queria, afinal a gente precisava desse dinheiro. Ela ligou a câmera…
__mas agora vocês tem que simular que estão fazendo sexo.
Na mesma hora respondi que não podia. Meu pai respondeu o mesmo. Mas Melissa insistiu que podíamos fazer. Era só brincadeira. Não sendo verdade não tem nada demais, ela dizia. Não tinha nada demais. Aos poucos fui percebendo que não tinha mesmo, que duzentos, trezentos, valiam fazer uma brincadeira assim. Ela subiu a proposta em quatrocentos pra cada um, deixando duzentos para entregar durante a semana. Nesse valor e depois do que já tínhamos feito, aceitamos. Ela deu a instrução pra gente.
__olha, você junta as pernas e fica de quatro. Ele coloca o pinto entre suas coxas. Eu faço pra você ver como é.
Fizeram simulação. Aquele pau duro do meu pai desapareceu entre suas coxas e seu bumbum branquelo. Senti que isso era muita coisa. Era um absurdo o que eu e meu pai estavam fazendo. Uma parte era pelo dinheiro, a outra era por causa da Melissa que conseguia nos ludibriar. Era um absurdo, mas eu tinha que topar. A gente tinha ganhado seiscentos reais, iríamos ganhar mais oitocentos. Era muito. Esse pecado valia a pena. Ela se levantou:
__tá vendo amiga?
Aceitei. Basicamente só ia ficar de quatro. Era só uma simulação. Meu pai veio por trás e enfiou o pau entre minhas virilhas. Aquele pau pegando fogo e super grosso melou minha buceta. Estava quente como uma panela de pressão, duro como um xuxu quente.
__calma gente ainda não estou filmando.
Meu pai parou. Tirou o pau. Voltei as ancas para a cama. Tudo era muito estranho. Mas eu não queria que ele tivesse parado. Era um pecado. Era o meu pai…
__ai pronto Gê. Vai seu Adenor…
Voltei a ficar de quatro. Ele voltou a enfiar o pau entre minhas virilhas. Arrebitei o bumbum como quem estivesse oferecendo a buceta livre pra ser penetrada.
__tá comendo sua filha seu Adenor?
Ela precisou repetir pra que entendêssemos. Ele respondeu não. Ela desligou o áudio.
__ai seu Agenor. Era pra dizer que sim.
__mas eu não estou. Só coloquei entre as pernas dela.
__eu sei querido. Eu falei que era assim mesmo. Tá bom!? Mas era pra responder que sim. Vou recomeçar a gravar. Tá bem?
__tá bem.
__vê se agora responde que sim.
Recomeçamos tudo. Arrebitei o bumbum e senti aquele pau grosso e quente atolar entre minhas virilhas e bumbum cutucando minha buceta lisinha.
__tá comendo sua filha seu Adenor?
__estou.
__e ai amiga está gostoso meter com seu paizinho?
Aquele vai-e-vem do pau roçava minha buceta. Me dava uma vontade apertar. Apertei o que pude. Quando ela me perguntou… Olhei pra ela. Meus braços pareciam perder o vigor. Baixei o rosto ao colchão.
__fala quem tá te comendo amiga?
Não respondi.
__você tem que responder. Geriadre! Responde logo amiga?
__meu pai.
__quem está te comendo mesmo?
__meu pai.
__isso amiga. Tá gostando?
Meu pai arrancou o pau. Melissa desligou a câmera.
__continua seu Agenor.
__deixa comer você. Eu não posso mais fazer isso na minha filha.
__e sua filha aqui? Não dá né?
__ela não vai importar. Né filha?
Fiquei calada. No fundo importava um pouco. Não queria ver meu pai comendo outra mulher. Apesar de saber da minha mãe, mas não queria. Seria um absurdo. Mas como dizem, quem cala consente…
__se quiser me comer vai ter que abrir mão do dinheiro. Tá bom?
__tudo bem. Eu abro.
__mas eu quero mais uma coisa.
__o que?
__quero que enfie na Geriadre também.
__mas ela é minha filha! Não posso!
__o que que tem? Meu pai já me comeu. Você estava simulando isso agora.
__não posso comer minha filha!
__faz assim. Eu deixo você começar em mim e terminar nela.
Ele concordou. Ela veio ao meu lado. Ficou de quatro. Ele começou a penetrar a Melissa. Eu não via, mas pelo rosto dava pra perceber. Ela dizia coisas, do tipo: seu pai é gostoso, você vai ver que pau gostoso, etc. Eu era a próxima. A essa altura não queria voltar atrás. Minha buceta estava querendo pau. Aquele pau tinha alisado ela. Eu estava aflita. Enquanto esperava pra ser fodida, Melissa começou a urrar como uma puta no cio, meu pai estava metendo como um javali. Fiquei louca assistindo essa reação, assistindo tudo a dez centímetros deles. Em breve seria eu… mas… logo percebi que não tinha dado tempo. Ele gozou. Ela estava mole e gemendo muito. Quando ele terminou, ela deitou-se de bruços dizendo que tinha gozado. Sobre mim… Melissa não disse nada. Meu pai não disse nada. Minutos depois ela lembrou que ele não tinha cumprido o que tinha prometido. Ele não tinha enfiado em mim.
Por um lado estava aliviada por não ter cometido esse pecado. Por outro lado estava frustrada. Tinha sido trocada por uma estranha. Por outro lado, foi bom porque assim ela percebeu que meu pai era um homem sério. Era fraco, é verdade. Mas era um homem sério. Não foi capaz de comer sua própria filha. Saímos do motel. Eu estava com milhões de toneladas de tesão. A buceta estava encharcada por dentro. Minha bolsa tinha oitocentos reais, era um salário extra que eu tinha ganhado. Meu pai preferiu perder o dinheiro dele só pra comer a Melissa. Mas ele teve sorte, ela cedeu e deixou ele levar quatrocentos reais, disse que era pelo jeito que ela gozou. Me sentia aliviada, tinha o dinheiro, era o que importava. Apesar de estar aliviada por ter pecado menos, estava frustrada. Tinha ido longe demais pra acabar desse jeito. Depois nos despedimos de Melissa, ficamos de nos encontrar “um dia desses”. Fiquei pensando se o seu Túlio tinha comido ela mesmo. Se ele fez isso, meu pai podia fazer? Não! Mas podia ter feito. Mas ele preferiu fazer o que era menos errado. Perdeu o dinheiro pra se aliviar na Melissa. Pensei em falar com ele, mas faltou coragem.
Chegando em casa meu pai abriu o jogo. Ele confessaria o adultério, mas eu não deveria confessar nada. Ele dizia que eu não tinha feito nada. Mas minha mãe não podia saber disso, ninguém podia ficar sabendo. Então de algum modo tinha feito alguma coisa sim. Naquela semana o assunto do meu pai foi tratado na igreja. Fiquei com o peso todo pra mim. Não podia contar a ninguém. Queria-me confessar, mas não podia. A traição fizera minha mãe acordar pra vida. Ela reatou-se com meu pai. Alguns dias depois Melissa perguntou dele. Falei o que tinha acontecido, perguntei do vídeo, ela prometeu-me mostrar antes de excluir. Alguns dias depois recebi um CD com o vídeo. Assisti muitas vezes. Quem visse o vídeo teria certeza que meu pai estava-me comendo mesmo. O pau dele entrava e saia pelas minhas nádegas. Não dava pra ver se estava dentro da buceta, mas se não fosse eu ali, não acreditaria. Cheguei a pensar que tinha sido fodida. Mas não. Não tinha sido. A minha cara era de putinha. Cara de safada. Minha voz dizendo: “meu pai” parecia ser o ponto final de que era uma foda gostosa. Só vendo o vídeo observei que na hora que abaixei a cabeça no colchão eu estava gemendo e dizendo “delícia”. Falei isso três vezes. Um segredo filmado. Pelo vídeo era mesmo sexo. Mas não era. Meu pai comeu só a Melissa, na minha frente. Mas isso não estava no vídeo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Até pelada pareço meu pai, disse a filha do patrão

Codigo do conto:
77366

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/01/2016

Quant.de Votos:
6

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