Hipnose – comendo a colega de faculdade


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Entrei no primeiro vestibular pra faculdade, com grande facilidade por estudar bastante desde muito novo. Escolhi o curso de Psicologia por ter mais afinidade com o estudo da mente humana, além da vontade de aprimorar ainda mais a hipnose. Ingressei numa faculdade federal a 150 km da minha cidade natal e tive a sorte de poder usar um apartamento pequeno de dois quartos, sozinho, próximo do campus, que pertencia à minha tia, pagando pouco por isso.

Já no primeiro semestre comecei a me destacar por ter lido praticamente umas duas vezes cada livro básico antes mesmo de começarem as aulas e pelo meu interesse quase doentio em hipnose. Minha sala era constituída de 37 mulheres e três homens (um deles assumidamente gay). Era o paraíso, um verdadeiro harém de estudantes novas e cheias de feromônios. Naquela época, há alguns anos, a média de idade era maior e eu era um dos mais novos da sala com 19 anos. Ainda estava namorando a Fran, mas um pouco desiludido pela distância e pela falta de oportunidade de vê-la sempre.

Os grupos começaram a se formar, e um dos primeiros trabalhos era uma pesquisa muito extensa, que precisava de muitas reuniões. Eu fiquei no grupo com quatro garotas: Maria Tereza, Roberta, Gabi e Bárbara. Já na primeira oportunidade, sugeri que a reunião fosse no meu apartamento com outras intenções. Todas chegaram bem à vontade, com roupas curtas e sandálias baixas. Eu estava de olho em Maria Tereza, uma morena alta, simpática e amiga de todos, cabelos pretos e muito longos até o bumbum, quadris largos, seios médios e um rosto lindo. A pesquisa era sobre a história da Psicologia, e na parte em que se falava sobre as primeiras descobertas e as personalidades, chegamos a Milton Erickson, o mestre supremo da hipnose. Começaram uma discussão sobre acreditar ou não em hipnose, e eu fui apimen tando a discussão, até dizer que poderia mostrar que funcionava. Todas as quatro ficaram incrédulas quando disse que poderia fazer uma demonstração. Uma das maiores preocupações era de perder o controle, mas eu disse a elas que durante a hipnose não se faz nada do que não faria quando acordadas.

Todos sentaram no chão, coloquei uma música suave e comecei a conduzir um relaxamento. Fiz a indução hipnótica com as quatro ao mesmo tempo, aprofundando bastante. Em meia hora, todas estavam deitadas no chão, em estágios diferentes, mas hipnotizadas. O meu objetivo era Maria Tereza. Fui até ela e fiz alguns testes de deixar os braços rígidos, de colar as pálpebras e não conseguir abrir os olhos – e todos funcionaram muito bem. Aprofundei o transe com ela. Era muito hipnotizável, perfeita para meus propósitos. Então disse a todas “todas podem se sentar e em alguns instantes vou contar até três e quando chegar ao três todas vão estar bem acordadas e não vão se lembrar que estiveram hipnotizadas, mas a qualquer instante, quando eu disser para qualquer uma a palavra DURMA, vai entrar imediatamente num transe hipnótico profundo”. Contei até três e todas acordaram e começaram a perguntar quando ia começar a hipnose. Eu dei uma risada e disse: “olha só, é mais fácil do que vocês pensam. Falei: Bárbara DURMA!” E imediatamente a Bárbara soltou-se no chão, num transe profundo. Todas me olharam impressionadas. E eu não podia esconder minha excitação.

Fiz o teste de enrijecer o corpo, depois fiz a Bárbara esquecer o número seis, depois esquecer o próprio nome e ficar com a mão colada onde eu a colocasse. Todas ficaram impressionadas e divertiram-se muito. Ao final, disse: “Todas vocês, DURMA!” e todas entraram em transe profundo. Sabia que poderia me divertir com todas, mas resolvi ir com calma e aproveitar melhor cada uma delas. Disse a elas: “Depois de terminar o trabalho, todas vocês vão embora, mas Maria Tereza, você vai querer ficar mais um pouco e todas vão achar isso bastante natural, não irão questionar, nem se lembrar que estiveram hipnotizadas. E a qualquer momento quando eu disser DURMA para vocês, irão cair num transe hipnótico imediatamente.” Contei até três, todas acordaram e terminamos o trabalho rapidamente. Na h ora de ir embora, todas se despediram de mim, mas Maria Tereza ficou para trás. As outras três saíram sem questionar, e foram embora alegres.

Eu perguntei: “Maria Tereza, por que você ficou para trás?” Ela me respondeu “Não sei, só tive vontade e…” “DURMA!” eu disse, interrompendo-a, e tive que segura-la para não se machucar, pois se soltou como uma boneca de pano. Coloquei-a no sofá, cuidadosamente, já com uma ereção bem notável. Nessa altura do campeonato, eu já tinha alguma experiência com Hipnose Erótica com minha namorada. Já sabia potencializar a excitação, as sensações e o orgasmo, só com a hipnose.

Fui perguntando: “Maria Tereza, você está profundamente sob hipnose. E pode me responder toda a verdade, tranquilamente e sem rodeios. Você é virgem?” Ela respondeu “- Não.” Aproveitei e perguntei “- Tem namorado?” Novamente respondeu “- Não.” “- Qual foi a última vez que teve uma relação sexual?” Ela “- Há seis meses com meu ex-namorado”. Ótimo. Ainda fui mais longe perguntando: “- Você se masturba? E pensando em quem?”. Ela: “-Sim, às vezes. E penso em cantores como o Bon Jovi”. Eu só precisava saber mais uma coisa, pois sabia que ela morava numa república ali perto de onde estávamos e daí perguntei “- Tem alguém te esperando agora de noite na sua casa?” Ela respondeu “- Não”. Ótimo, eu teria bastante tempo para poder trabalhá-la.

Aprofundei um pouco mais o transe hipnótico e comecei a guiar suas sensações. Disse: “- Maria Tereza, você está numa praia deserta, sentindo-se muito confortável, e completamente relaxada. O sol está quente, e toda essa roupa está te incomodando. A sua vontade é de sentir o sol diretamente na sua pele. Sua roupa está incomodando muito e você vai sentir-se muito mais à vontade e tranquila ao tirar sua blusa”. Ela começou a tirar devagar. Continuei falando: “- E quanto mais sente a luz do sol no seu corpo, mais excitada fica”. A respiração começou a ficar mais acelerada, enquanto terminou de tirar a blusa, revelando um sutiã branco protegendo os seios médios e durinhos. Era difícil conseguir me segurar. Falei “- Ao retirar sua saia, está ainda mais excitada, com um tesão incon trolável, e mais exposta à luz do sol”. Ela retirou a saia devagar, mostrando as coxas grossas com pelos fininhos e claros, o quadril largo e uma calcinha branquinha bem pequena. Continuei: “- Quanto mais excitada, mais profundo o transe hipnótico. Seu corpo todo está muito sensível. E vai ficar mais sensível ainda quando retirar o sutiã e a calcinha”. Prendi a respiração enquanto ela começou devagarinho a tirar o sutiã, revelando os mamilos muito durinhos e a vagina depiladinha e toda molhada, mostrando sua excitação.

Já não aguentando, retirei o pênis pra fora e comecei a me masturbar loucamente com aquela visão. E comandei: “- Você está se sentindo quente, seu corpo está muito quente e com muito tesão. Sua vagina está muito quente e toda molhada. Está se sentindo cada vez mais excitada. Estar sob hipnose te excita. Você gosta de ter um homem te controlando. Como você se sente?” Ela respondeu “- Quente e excitada.” Para melhorar a sua aceitação, continuei: “- A partir desse momento, você vai me ver cada vez mais parecido com o Bon Jovi, e vai estar cada vez mais atraída por mim. Cada parte do seu corpo quer transar comigo. Não há neste momento, nada no mundo mais importante do que transar comigo. Agora, cada vez mais excitada, abra os olhos e coloque meu pênis dentro de você”.

Ela ainda estava no sofá e eu em pé, perto dela. Ela me olhou com uma expressão totalmente tarada. Mal deu tempo de colocar a camisinha que sempre deixo na sala para as emergências, ela pegou meu pênis com a mão e direcionou para a vagina que estava transbordando de tão molhada. Penetrei e ela começou a contrair os músculos em volta do meu pênis. Ainda comandei: “- Você não vai gozar agora. Sua vagina vai ficar mais sensível e você só vai gozar quando eu mandar”. Como rebolava gostoso, apertando minhas costas e puxando para cima dela. A vagina mastigando meu pênis como poucas conseguem fazer. E continuava a dizer para ela que só ia gozar quando eu mandasse. Os músculos de todo o seu corpo começaram a ficar cada vez mais rígidos, seus gemidos transformaram-se em gritos e a vagina fi cava cada vez mais apertada. Disse a ela com voz de comando enquanto penetrava vigorosamente: “- A partir de agora você quer pertencer a mim. Você tem um grande prazer em ter um homem te dominando e precisa da hipnose para isso. Em alguns segundos vou te dar o comando GOZE. E todas as vezes que disser GOZE para você, seja o que estiver fazendo, vai gozar imediatamente, cada vez mais forte.” Eu percebia que a Maria Tereza já não se aguentava mais, e eu estava quase gozando também. Olhei bem para dentro dos seus olhos, e quando senti que ia derramar meu esperma, disse com voz de comando: GOZE!

Imediatamente aquela garota ficou louca. Começou a gritar e balançar seus quadris largos contra a minha pelve. Ela revirava os olhos e me apertava forte como se fosse morrer em êxtase. Agora, mais do que nunca sua vagina apertava forte, mastigando mesmo com seus músculos. Ela mal conseguia respirar, dei um pequeno tempo, com meu pênis ainda dentro dela e disse novamente: GOZE! Foi instantâneo. Ela começou em ondas um novo orgasmo, ainda mais forte. Parecia que ela não conseguia entender como estava gozando tão forte, o corpo em total descontrole. Esperei um pouco e deixei-a descansando, com o comando DORME.

Disse a ela que seria minha escrava sexual, e somente minha, enquanto eu quisesse e teria muito prazer em me servir. Que sempre que ouvisse minha voz ao telefone, entraria em transe obedecendo às minhas ordens, mas sem deixar outras pessoas em volta notarem, e viria ao meu encontro sempre que solicitada. Pedi para colocar as roupas. Ela colocou prontamente. Beijou-me mais uma vez de forma bem quente e apaixonada. Eu aproveitei, e disse no seu ouvido: GOZE! Ela me abraçava e gemia, ainda mais intensamente. Teve um orgasmo gigantesco vestida, ali na minha frente. Ela foi embora felicíssima, depois de gozar tão intensamente.

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Comentários


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aventura.ctba Comentou em 09/02/2016

Que delícia de conto, simplesmente adorei, me excitei tanto que fiquei molhadinha enquanto lia, teve meu voto com louvor. Leia meus contos, comente, vote se gostar, vou adorar sua visita na minha página. Ângela: Casal aventura.ctba




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico qv123

Nome do conto:
Hipnose – comendo a colega de faculdade

Codigo do conto:
78015

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
27/01/2016

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0


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